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Por que vocês devem participar da 12ª Competição Internacional de Arte — mesmo que vocês não sejam artistas profissionais

Artista santo dos últimos dias, Kazuko Covington, faz colchas em sua casa em Tóquio, Japão. O trabalho de Covington foi apresentado em outras Competições e Exibições Internacionais de Arte do Museu de História da Igreja. Crédito: Stan Covington
“Esta colcha foi feita de um antigo quimono danificado, usado por três gerações de mulheres em suas cerimônias de casamento — presenteada à artista por um amigo próximo — e é tecida em seda, de um quimono obi que a artista herdou de sua mãe. A colcha honr Crédito: Intellectual Reserve, Inc.
“Covington disse, ‘Elementos grandes e complicados foram combinados no processo de Criação da Terra. Nesta obra de arte, o poder e a energia do Senhor na criação são realizados por meio de um design complicado usando diversas técnicas e muitas cores.’ Ao Crédito: Intellectual Reserve, Inc.
Artista santo dos últimos dias, Kazuko Covington, faz colchas em sua casa em Tóquio, Japão. O trabalho de Covington foi apresentado em outras Competições e Exibições Internacionais de Arte do Museu de História da Igreja. Crédito: Stan Covington
Artista santo dos últimos dias, J. Kirk Richards, pinta em seu estúdio em Redmond, Utah. O trabalho de Richards foi apresentado em outras Competições e Exibições Internacionais de Arte do Museu de História da Igreja. Crédito: Ashley Thalman
Esta pintura retrata os pescadores reunidos e cuidando de suas redes, com Cristo acenando para eles, lhes fazendo a grande pergunta sobre prioridades. O serviço do evangelho dá a todos nós a oportunidade de atender à ordem de Cristo—de deixarmos nossas ob A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
“E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. … Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve” (Lucas 22:24, 26). J. Kirk Richards; Utah, USA; “The Greatest in the Kingdom Crédito: Intellectual Reserve, Inc.
“Esta obra de arte é dedicada ao primeiro templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na antiga União Soviética. A pintura contém o ano da dedicação do templo, que foi em 2010. A técnica do trabalho é corte de papel, com elementos de ap Crédito: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
“‘Eis que essa é a alegria que ninguém recebe, senão o verdadeiro penitente e o que humildemente busca a felicidade’ (Alma 27:18). Nesta peça de fantoches de sombra, conto a história de um ano em que meu coração passou por uma bela transformação. Começou Crédito: Intellectual Reserve, Inc.
“O áspero granito negro representa as tentações, lutas, fraquezas, tristezas e provações desta vida. As mãos imperfeitas, maltratadas e marcadas são uma evidência da batalha pelo bem. As mãos são feitas de aço para refletir a força de caráter necessária p Crédito: Intellectual Reserve, Inc.

A premiada artista japonesa, Kazuko Covington, criou sua primeira colcha há 40 anos, sem mesmo saber o que estava fazendo. 

Pouco depois que se casaram, Covington e seu marido, Stan, se mudaram para um apartamento nos alojamentos de estudantes na Universidade Brigham Young, enquanto Stan estudava. As paredes estavam vazias. Covington queria pintar algo, mas não podia comprar tintas ou pincéis. 

Ao invés disso, ela juntou pedaços de tecido e roupas velhas por toda a casa e os pendurou. 

“Minha professora visitante veio um dia e disse ‘Nossa, você fez uma colcha!’” Covington recordou em uma recente entrevista com o Church News. “Foi assim que descobri o que era, e essa foi minha motivação para aprender a fazer colchas.”

Covington, que mora em Tóquio, Japão, participou com colchas em três das Competições Internacionais de Arte do Museu de História da Igreja anteriores. Suas colchas foram selecionadas todas as vezes na exibição, incluindo suas obras “Touching the Hearts of Many Generations” [Tocando os Corações de Muitas Gerações] e “God Speed the Right” [“Nossas Vozes Elevemos”] que receberam Prêmios de Mérito.

“Esta colcha foi feita de um antigo quimono danificado, usado por três gerações de mulheres em suas cerimônias de casamento — presenteada à artista por um amigo próximo — e é tecida em seda, de um quimono obi que a artista herdou de sua mãe. A colcha honra as mulheres — suas vidas e tribulações — e, Covington disse, é uma ‘expressão da felicidade que sinto sobre as famílias eternas que o templo torna possível’”. Kazuko Covington, Japão; “Touching Hearts of Many Generations” [Tocando o Coração d…
“Esta colcha foi feita de um antigo quimono danificado, usado por três gerações de mulheres em suas cerimônias de casamento — presenteada à artista por um amigo próximo — e é tecida em seda, de um quimono obi que a artista herdou de sua mãe. A colcha honra as mulheres — suas vidas e tribulações — e, Covington disse, é uma ‘expressão da felicidade que sinto sobre as famílias eternas que o templo torna possível’”. Kazuko Covington, Japão; “Touching Hearts of Many Generations” [Tocando o Coração de Muitas Gerações]; 11ª Competição e Exibição Internacional de Arte. | Crédito: Intellectual Reserve, Inc.

Através de suas colchas, Covington disse: “Busco calmamente falar sobre a verdade e a alegria a serem descobertas no evangelho de Jesus Cristo.”

O Museu de História da Igreja realizará a 12ª Exibição da Competição Internacional de Arte na primavera de 2022. O tema é “Todos São Iguais Perante Deus”, em conexão com 2 Néfi 26:33. O período de envio estará aberto de 1º de fevereiro a 1º de junho de 2021.

“Esperamos que tenham a oportunidade de expressar sua fé em Jesus Cristo por meio da arte”, disse o Diretor do Museu de História da Igreja, Alan Johnson, sobre aqueles que participarem da futura competição.

“Eles podem compartilhar sua conexão com o céu por meio da arte. Podem compartilhar seus desafios e suas experiências pessoais através da arte — qualquer coisa que sintam que represente seu vínculo às escrituras e qualquer coisa que ajude a transmitir as coisas que são importantes para eles.”

Exposição para artistas

O Museu de História da Igreja, que abriu em 1984, tem realizado a Competição Internacional de Arte a cada três ou quatro anos, desde 1987.

“A arte tem sempre sido um grande componente e continua a ser”, Johnson disse sobre o museu, que até 2008 era chamado de Museu de Arte e História da Igreja. 

Em cada competição, a arte tem se tornado mais diversa. A 11ª Exposição da Competição Internacional de Arte em 2019 exibiu o trabalho de 151 artistas de 26 países selecionados de mais de 900 envios.

Johnson disse que o propósito da Competição Internacional de Arte é triplo: primeiro, encorajar os artistas do mundo todo a criarem arte de qualidade; segundo, para mostrar a amplitude e diversidade dos estilos de arte e mídia dos santos dos últimos dias; e terceiro, para desenvolver a coleção do Museu de História da Igreja.

A competição também é uma oportunidade para outros, dentro e ao redor da Praça do Templo, verem novas obras de arte dos santos dos últimos dias e se conectarem com os artistas, Johnson acrescentou. 

Artista santo dos últimos dias, J. Kirk Richards, pinta em seu estúdio em Redmond, Utah. O trabalho de Richards foi apresentado em outras Competições e Exibições Internacionais de Arte do Museu de História da Igreja.
Artista santo dos últimos dias, J. Kirk Richards, pinta em seu estúdio em Redmond, Utah. O trabalho de Richards foi apresentado em outras Competições e Exibições Internacionais de Arte do Museu de História da Igreja. | Crédito: Ashley Thalman

Este foi o caso com o artista J. Kirk Richards, que atualmente tem uma pintura exibida no lobby do Edifício de Escritórios da Igreja, assim como pinturas impressas no manual missionário revisado, publicado ano passado, “Padrões Missionários para os Discípulos de Jesus Cristo”. Seu trabalho também apareceu nas revistas da Igreja e no Centro de Conferências.

Richards, que mora em Woodland Hills, Utah, enviou obras para cinco Competições Internacionais de Arte — ganhando três Prêmios de Mérito e um Prêmio de Compra — e serviu como jurado na 11ª Competição Internacional de Arte em 2019. 

Seu conselho para artistas: “É a direção, mais do que o local de destino, que importa. Se vocês se sentem inspirados a criar algo e enviar para a exibição, talvez seja este movimento, esta direção, que seja mais importante do que o fato de vocês realmente conseguirem fazer parte ou não da exibição.”

Esta “direção” poderia ser mais um treinamento, ou outra oportunidade, para se desenvolver o ofício de artista, Richards disse. 

“E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. … Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve” (Lucas 22:24, 26). J. Kirk Richards; Utah, USA; “The Greatest in the Kingdom” [O Maior no Reino]; Competição e Exibição Internacional de Arte de 2008.
“E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. … Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve” (Lucas 22:24, 26). J. Kirk Richards; Utah, USA; “The Greatest in the Kingdom” [O Maior no Reino]; Competição e Exibição Internacional de Arte de 2008. | Crédito: Intellectual Reserve, Inc.

‘Todos são iguais perante Deus’

Laura Howe, curadora de arte do Museu de História da Igreja, disse que está ansiosa para ver a criatividade dos artistas com o tema “Todos São Iguais Perante Deus”.

“Amo esta escritura (2 Néfi 26:33) porque mostra a diversidade das pessoas e quão maravilhosas as pessoas são, em cada uma de suas perspectivas culturais singulares que trazem. E por fim, ao virmos a Cristo, ‘todos são iguais perante Deus’”, disse. 

Embora o tema tenha sido finalizado no outono do ano passado, sua mensagem está provando ser mais oportuna do que nunca devido às discussões nacionais e internacionais, Howe disse. “Esperamos que isto esteja na mente das pessoas e que possam pensar e realmente internalizar o que isto significa.”

Para um artista que talvez esteja inseguro sobre participar ou não, disse: “Sua perspectiva é necessária.” 

Carrie Snow, líder de equipe da 12ª Competição Internacional de Arte, repetiu as palavras de Howe. “Queremos todos.” Enquanto trabalhava nas seis últimas competições, Snow disse que viu como as histórias contadas através da arte podem ser “comoventes” — especialmente nas declarações dos artistas anexadas a seu trabalho. 

“Há um grande tipo de círculo de empatia e compreensão que o público obtém da arte em si”, disse. 

“Esta obra de arte é dedicada ao primeiro templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na antiga União Soviética. A pintura contém o ano da dedicação do templo, que foi em 2010. A técnica do trabalho é corte de papel, com elementos de aplicação. O papel inclui papel duro branco e amarelo com uma textura de mármore, e papel dourado e branco com detalhes em azul. A seleção de cores está de acordo com aquelas do templo de Kiev. Esta composição decorativa é construída sobre os sím…
“Esta obra de arte é dedicada ao primeiro templo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na antiga União Soviética. A pintura contém o ano da dedicação do templo, que foi em 2010. A técnica do trabalho é corte de papel, com elementos de aplicação. O papel inclui papel duro branco e amarelo com uma textura de mármore, e papel dourado e branco com detalhes em azul. A seleção de cores está de acordo com aquelas do templo de Kiev. Esta composição decorativa é construída sobre os símbolos do templo e tem imagens florais e elementos de vitrais e outras decorações interiores do templo.” Valentyna Musiienko; Kiev, Ucrânia; “Kyiv Ukraine Temple” [Templo de Kiev Ucrânia], Competição e Exibição Internacional de Arte de 2012. | Crédito: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Criar arte também pode ser uma oportunidade de introspecção, independente do seu talento ou nível de habilidade. “Não importa se vocês são profissionais; não importa se vocês são amadores. Não importa se vocês têm um mestrado em Belas Artes ou são autodidatas. Simplesmente tentem porque acho que toda a experiência de apenas criar algo já é significativa”, disse. 

Howe acrescentou: “A arte nos fornece uma plataforma para descobrirmos quem somos, o que pensamos e o que sentimos, então se torna uma outra forma de virmos a Cristo.”

A 12ª Competição Internacional de Arte está aberta a todos os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acima de 18 anos (precisa ter 18 anos até a data final de envio). Cada artista pode enviar apenas uma obra, e a obra de arte precisa ter sido terminada após 2018. 

Para saber mais sobre os detalhes, regras gerais, processo de júri, critérios e prêmios da competição, por favor visite History.ChurchofJesusChrist.org/content/museum/competition-details. Exposições anteriores da Competição Internacional de Arte também estão disponíveis online.

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