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Como tecnologia desenvolvida por engenheiros da BYU pode beneficiar futuras equipes do Super Bowl

Engenheiros da BYU desenvolveram um algoritmo de aprendizado profundo para automatizar o processo de análise de imagens de futebol americano

Treinadores e jogadores de futebol americano podem dizer como combinar horas de filmagens esportivas manualmente pode ser um processo tedioso.

O Kansas City Chiefs e o Philadelphia Eagles, por exemplo, provavelmente passarão muitas horas nos próximos dias examinando filmes para estudar jogadas, formações e fraquezas antes de se enfrentarem no Super Bowl LVII no domingo, 12 de fevereiro.

Uma nova tecnologia de inteligência artificial está sendo desenvolvida por D.J. Lee, professor de engenharia da Universidade Brigham Young, Jacob Newman, aluno de mestrado e os alunos de doutorado, Andrew Sumsion e Shad Torrie, que poderá ajudar a automatizar o processo de análise e anotação de filmagens de jogos de futebol americano.

O algoritmo de aprendizado profundo [Deep Learning] se concentra em detectar a posição dos jogadores, os rotulando com sua função em campo (quarterback, safety etc.) e identificando a formação ofensiva, um processo que atualmente requer vários assistentes de vídeo.

O algoritmo da BYU, detalhado no artigo “Automated Pre-Play Analysis of American Football Formations Using Deep Learning” [Análise de pré-jogada automatizada de formações de futebol americano usando aprendizagem profunda – em inglês] publicado recentemente em uma edição do jornal “Advances of Artificial Intelligence and Vision Applications in Electronics” [Avanços de inteligência artificial e aplicações de visão em eletrônica], também pode ter aplicações em outros esportes, segundo relatado por Lee e Newman em um comunicado de imprensa da BYU [em inglês].

“Uma vez que estes dados são obtidos, se torna possível fazer muito mais com eles e é possível levá-los para o próximo nível”, disse Lee. “Grandes conjuntos de dados podem nos ajudar a conhecermos as estratégias de uma equipe, ou as tendências do treinador. Isto pode nos ajudar a saber se é provável que eles tentem no quarto down, ou se preferirão chutar. A ideia de usar inteligência artificial para esportes é muito boa e, se pudermos oferecer pelo menos 1% de vantagem, já valerá a pena.”

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