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Refugiados e imigrantes recebem laptops e cursos de alfabetização digital com ajuda da Igreja

A family shows their new laptop they received through a digital literacy program from the US Committee for Refugees and Immigrants with funding help from The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints. Crédito: USCRI
Haieda Sharifi, received a laptop from the Digital Literacy Program in Erie, Pennsylvania, through the US Committee for Refugees and Immigrants with funding from The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints. She is pictured with Hamid Mobin, a USCRI staff member, after being hired to help in the women's connect program. Crédito: USCRI

Uma mãe e suas duas filhas mais velhas, moradoras da região de Erie, Pensilvânia, esperavam melhorar seu inglês depois de irem para os Estados Unidos como refugiadas.

Elas receberam laptops do Comitê dos E.U.A. para Refugiados e Imigrantes (USCRI) e começaram a ter aulas de inglês on-line, na segurança e conforto de sua própria casa. E com o aumento do aprendizado de idiomas, veio também o aumento da autossuficiência, independência e empoderamento pessoal.

O financiamento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ajudou o USCRI com o Programa de Alfabetização Digital. Dylanna Grasinger, diretora do escritório regional da USCRI em Erie, e diretora sênior, compartilhou com o Church News, um pouco do impacto de tal iniciativa.

“Tivemos histórias sobre como conseguimos impactar famílias com crianças que estão sofrendo. Conseguimos impactar mães solteiras que talvez não tenham recursos no início do período de reassentamento, ou que voltaram ao trabalho e estão passando por dificuldades em outras áreas”, disse ela.

Sem um computador ou acesso à Internet, outros imigrantes e refugiados se sentiram socialmente isolados ou afastados de suas famílias. As crianças não podiam receber educação remota durante os períodos de quarentena. Os pais não conseguiam encontrar emprego.

Mas com acesso digital e recursos de aprendizado de idiomas, mais refugiados e imigrantes se tornaram capazes de trabalhar, buscar mais oportunidades educacionais e sustentar suas famílias.

“Esse financiamento em várias capacitações e que foi implementado nos escritórios, foi capaz de ajudar a atender a essas necessidades”, disse Grasinger.

Haieda Sharifi recebeu um laptop do Programa de Alfabetização Digital em Erie, Pensilvânia, por meio do Comitê dos E.U.A. para Refugiados e Imigrantes, com financiamento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ela é fotografada com Hamid Mobin, membro da equipe da USCRI, depois de ser contratada para ajudar no programa de conexão das mulheres.
Haieda Sharifi recebeu um laptop do Programa de Alfabetização Digital em Erie, Pensilvânia, por meio do Comitê dos E.U.A. para Refugiados e Imigrantes, com financiamento de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ela é fotografada com Hamid Mobin, membro da equipe da USCRI, depois de ser contratada para ajudar no programa de conexão das mulheres. | Crédito: USCRI

O programa nasceu em Erie e se expandiu para seis outros locais onde o USCRI se encontra, em áreas metropolitanas, com um número significativo de imigrantes e refugiados: Cleveland, Ohio; Des Moines, Iowa; Colchester, Vermont; Albany, Nova York; Dearborn, Michigan; e Raleigh, Carolina do Norte.

O objetivo do projeto era fornecer 180 laptops, ou Chromebooks, para imigrantes e refugiados nesses sete locais. Até o momento, foram distribuídos um total de 214 laptops.

Em alguns casos, algumas famílias precisavam de mais de um laptop por terem vários membros em casa, portanto, um total de aproximadamente 446 pessoas foram atendidas até o momento por meio do programa, representando aproximadamente 166 famílias.

Os beneficiários são refugiados e imigrantes de diversos países, incluindo México, Honduras, Guatemala, Afeganistão, Congo, Burundi, Venezuela, El Salvador, República Dominicana e Filipinas.

Grasinger explicou que o financiamento da Igreja não apenas ajudou nos esforços de alfabetização digital e tecnologia, mas de muitas outras maneiras, à medida que o USCRI ajuda mais refugiados e imigrantes.

“Quando a sede originalmente elaborou a proposta, o que estávamos procurando era realmente garantir que uma população vulnerável não ficasse perdida em no sistema”, disse ela. “Queríamos ter certeza de que tudo estivesse no devido lugar em termos de acesso à tecnologia, assim como produtos que pudessem realmente fornecer esta tecnologia e prover as habilidades necessárias.”

Grasinger disse que o USCRI agora é capaz de seguir em frente a partir do que a Igreja concedeu à organização. À medida que o impacto do programa cresceu e ganhou reconhecimento, o escritório regional de Erie agora recebeu uma bolsa de alfabetização digital do estado da Pensilvânia para continuar com o projeto.

Ela disse que é um exemplo da interseção de diferentes tipos de grupos: religiosos, sem fins lucrativos e políticos, que estão trabalhando para melhorar a vida das pessoas necessitadas.

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