Nota do editor: Para apoiar o aprendizado pessoal e familiar do evangelho, o Church News está publicando artigos sobre mensagens da conferência geral de outubro de 2025. Recomenda-se ouvir ou ler o discurso completo, além de revisar estes recursos.
Sobre este discurso
- “Eles são seus próprios árbitros”
- Élder David A. Bednar | Quórum dos Doze Apóstolos
- Sessão da tarde de domingo da conferência geral de outubro de 2025.
- Tema: Se os filhos de Deus tiverem exercido fé em Jesus Cristo, feito e guardado convênios com Deus e se arrependido de seus pecados, o tribunal do julgamento será agradável.
Leia a mensagem completa aqui.
Leia aqui um resumo da mensagem de Élder Bednar.
Esboço
- Morôni descreveu a Ressurreição e o Julgamento Final como “agradáveis” (Morôni 10:34), embora outros profetas tenham associado o Dia do Julgamento a “espanto e medo” (Jacó 6:13). Isso indica que a doutrina de Cristo permitiu que Morôni e outros profetas antecipassem esse dia com esperança.
O plano de felicidade do Pai
- Os propósitos do plano de Deus são proporcionar aos Seus filhos espirituais oportunidades de receberem um corpo físico, aprenderem a distinguir o bem do mal, crescerem espiritualmente e progredirem eternamente. O arbítrio moral, ou a liberdade para escolher e agir, é essencial nesse plano.
- Os propósitos fundamentais para o exercício do arbítrio são o de amar uns aos outros e o de escolher a Deus.
- Os filhos de Deus não receberam o arbítrio para fazerem o que quiserem, mas sim para buscarem e agirem de acordo com a verdade eterna.
Fazendo e tornando-se
- Presidente Dallin H. Oaks ensinou que o Julgamento Final não é apenas uma avaliação do que alguém fez; é um reconhecimento do que alguém se tornou.
A Expiação do Salvador
- Obras e desejos, por si só, não salvam e não podem salvar as pessoas. Somos reconciliados com Deus somente por intermédio da misericórdia e graça disponíveis através do sacrifício expiatório infinito e eterno do Salvador.
Temor de Deus
- O Julgamento Final não será repleto de incerteza e medo, mas sim de “temor do Senhor” (Hebreus 12:28), que engloba um profundo sentimento de reverência e admiração por Jesus Cristo. Ele nasce da compreensão correta de que cada um será responsabilizado por seus próprios desejos, pensamentos e atos.
- Se nossos desejos forem voltados para a retidão e nossas obras forem boas, então o tribunal do julgamento será agradável. Em última análise, seremos nossos próprios árbitros.
Promessa e testemunho
- Alma testificou de um julgamento misericordioso e justo para aqueles que “praticam o bem continuamente” (Alma 41:13–14). Essa bênção está disponível a todo discípulo dedicado ao Salvador.
Perguntas para reflexão
O que você aprendeu sobre o caráter de Deus com os ensinamentos de Élder Bednar sobre o Julgamento Final?
Como você pode mudar seu foco de “fazer” para “tornar-se”?
Por que cultivar o temor a Deus traz paz e confiança em vez de ansiedade e medo?
Como aprender sobre a Expiação de Cristo impacta sua visão do Julgamento Final?
Como o arbítrio moral pode ser uma bênção?
Citações do Orador
- “O propósito principal da Criação e de nossa existência mortal é nos proporcionar a oportunidade de agir e nos tornar o que o Senhor nos convida a nos tornarmos.”
- “Os propósitos fundamentais para o exercício do arbítrio são o de amar uns aos outros e o de escolher a Deus. E esses dois propósitos estão alinhados com precisão com o primeiro e o segundo grande mandamento de amar a Deus com todo nosso coração, nossa alma e nosso pensamento, e de amar nosso próximo como a nós mesmos.”
- “Nossas obras e nossos desejos por si sós não podem e não vão nos salvar. “Depois de tudo o que pudermos fazer” (2 Néfi 25:23), somos reconciliados com Deus somente por intermédio da misericórdia e da graça disponíveis por meio do sacrifício expiatório infinito e eterno do Salvador.”
Escrituras de referência
- “Portanto, os homens são livres segundo a carne; e todas as coisas de que necessitam lhes são dadas. E são livres para escolher a liberdade e a vida eterna por meio do grande Mediador de todos os homens, ou para escolherem o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo; pois ele procura tornar todos os homens tão miseráveis como ele próprio.”
- “Pois neles está o poder e nisso são seus próprios árbitros. E se os homens fizerem o bem, de modo algum perderão sua recompensa.”
- “E logo irei para o lugar de meu descanso, que é com meu Redentor, pois sei que nele descansarei. E regozijo-me no dia em que meu corpo mortal revestir-se de imortalidade e apresentar-se diante dele; então verei a sua face com prazer e ele me dirá: Vem a mim, ó bendito; há um lugar preparado para ti nas mansões de meu Pai. Amém.”
Convites e promessas
- “Lembrem-se de que somos ordenados — não apenas admoestados ou aconselhados, mas ordenados — a usar nosso arbítrio para amar uns aos outros e escolher a Deus.”
- “Não recebemos a bênção do arbítrio moral para escolher tudo o que quisermos, sempre que quisermos. Em vez disso, de acordo com o plano do Pai, recebemos o arbítrio moral para buscar a verdade eterna e agir de acordo com ela. Sendo ‘[nossos] próprios árbitros’ (Doutrina e Convênios 58:28), devemos nos ocupar zelosamente em boas causas, ‘fazer muitas coisas de [nossa] livre e espontânea vontade e realizar muita retidão’ (Doutrina e Convênios 58:27).”
- “Se nossos desejos tiverem sido justos e nossas obras, boas — isto é, se tivermos exercido fé em Jesus Cristo, feito e guardado convênios com Deus e nos arrependido de nossos pecados —, então o tribunal do julgamento será agradável.”
Recursos adicionais
- Imagem relacionada: “A Segunda Vinda”, de Harry Anderson
- Vídeo relacionado: “Os reinos de glória” [em inglês]
- Hino relacionado: nº 1002, “Quando o Salvador voltar”
Discursos recentes na conferência sobre arbítrio
- Presidente Dallin H. Oaks: “Auxílios divinos para a mortalidade” (abril de 2025)
- Presidente Dallin H. Oaks: “Reinos de glória” (outubro de 2023)
- Presidente Russell M. Nelson: “Pensem celestial!” (outubro de 2023)
Quem é Élder Bednar?
- Élder David A. Bednar foi apoiado para o Quórum dos Doze Apóstolos em 2 de outubro de 2004. Ele serviu como presidente da Ricks College durante sua transição para a BYU-Idaho e, antes disso, foi professor de Administração de Empresas na Faculdade de Administração de Empresas da Universidade de Arkansas.
