O guia “Vem, e Segue-Me” desta semana abrange Mosias 6-12, que inclui a descoberta da terra de Leí-Néfi por Amon e o início do registro de Zênife.
A seguir estão algumas citações de líderes e estudiosos da Igreja do passado e atuais sobre estes capítulos.
Mosias 7
“No Livro de Mórmon, lemos a respeito de um homem chamado Amon, que foi enviado da cidade de Zaraenla para a terra de Leí-Néfi, a fim de inquirir acerca de seus irmãos. Lá ele encontrou o rei Lími e seu povo sob o cativeiro dos lamanitas. O rei Lími se sentiu muito encorajado após ter ouvido as coisas que Amon lhe contou a respeito de seu povo em Zaraenla. O coração dele se encheu de tanta esperança e alegria, que ele reuniu seu povo no templo e disse:
“’Portanto, levantai a cabeça e regozijai-vos e ponde vossa confiança em Deus. …
“’Se vos voltardes para o Senhor com todo o coração … e o servirdes com toda diligência de vossa mente, … ele vos livrará do cativeiro, de acordo com a sua própria vontade e prazer’ (Mosias 7:19, 33).
“A fé do povo do rei Lími foi tão profundamente afetada pelas palavras de Amon que eles fizeram convênio com Deus de servi-Lo e de guardar Seus mandamentos, a despeito das difíceis circunstâncias em que viviam. Devido à fé que exerceram, eles foram capazes de arquitetar um plano para escapar das mãos dos lamanitas.
“Irmãos e irmãs, pensem por um momento sobre a importância do convite que o rei Lími fez ao povo, e sua relevância para nós. Ele disse: ‘Levantai a cabeça e regozijai-vos e ponde vossa confiança em Deus’. Por meio dessas palavras, Lími convidou seu povo a olhar para o futuro com os olhos da fé, a substituir o medo pela esperança que advém da fé, e a não vacilar em sua confiança em Deus, a despeito de qualquer situação.”
— Élder Ulisses Soares, conferência geral de abril de 2017, “Confiai em Deus sem vacilar”
“Seu ato mais exemplar, a Expiação, exigiu que Jesus descesse ‘abaixo de todas as coisas’ (Doutrina e Convênios 88:6) e sofresse ‘as dores dos homens’ (2 Néfi 9:21). Assim, compreendemos que a Expiação tem um propósito mais abrangente do que o de prover um meio de vencer o pecado. Essa, que foi a maior de todas as realizações terrenas, dá ao Salvador o poder de cumprir a seguinte promessa: ‘Se vos voltardes para o Senhor com todo o coração e colocardes vossa confiança nele e o servirdes com toda diligência …, se assim fizerdes ele vos livrará do cativeiro’ (Mosias 7:33).”
— Élder Donald L. Hallstrom, conferência geral de abril de 2010, “Voltar-nos para o Senhor”

“Uma coisa é olhar para trás, para os eventos da história. Outra é considerar nosso próprio tempo. Temos a garantia do Senhor de que Ele abençoará e prosperará Seu povo, se eles guardarem Seus mandamentos e se lembrarem de considerá-Lo a fonte de suas bênçãos.
“Por outro lado, não devemos nos esquecer de que estas bênçãos são condicionais. Como o Rei Lími advertiu seu povo: ‘Porque eis que o Senhor disse: Não socorrerei [M]eu povo no dia de sua transgressão, mas obstruirei seus caminhos para que não prosperem; e suas obras serão como pedra de tropeço diante deles’ (Mosias 7:29).”
— Élder Dean L. Larsen, conferência geral de outubro de 1992, “O Senhor prosperará os justos” [em inglês]
“’Porque eis que o Senhor disse: Não socorrerei [M]eu povo no dia de sua transgressão, mas obstruirei seus caminhos para que não prosperem; e suas obras serão como pedra de tropeço diante deles’ (Mosias 7:29).
“Se vos voltardes para o Senhor com todo o coração e colocardes vossa confiança [N]ele e o servirdes com toda diligência de vossa mente,... [E]le vos livrará do cativeiro’ (Mosias 7:33).
“Nossas orações fervorosas são respondidas quando estão em conformidade com a vontade do Senhor. Como não podemos compreendê-la perfeitamente, devemos caminhar pela fé. Ele é onisciente, e [S]uas decisões são perfeitas. Embora nossa capacidade finita não nos permita compreender todos os [S]eus procedimentos para com o homem, isso não O impede de nos abençoar. Sua vontade é nossa melhor escolha na vida, mesmo se não a compreendemos inteiramente. Ao agirmos segundo nosso arbítrio moral com sabedoria, o Senhor atuará de acordo com [S]ua vontade.”
— Élder Richard G. Scott, conferência geral de outubro de 1991, “Obter ajuda do Senhor”
“Quando adquirimos um sentimento de segurança de pais amorosos quando crianças, e continuamos a experimentar a segurança desfrutada pela obediência às leis, abençoamos a nossa própria vida e a vida de outros. A verdadeira questão, então, sempre foi onde e como encontrar a segurança correta, em oposição à segurança carnal. Para o nosso propósito aqui, chamaremos a segurança correta de ‘segurança espiritual’.
“A segurança espiritual oferece vantagens interessantes: não precisamos pagar impostos sobre ela, ela não muda, não tira nossa liberdade, ou livre arbítrio, e traz resultados positivos, reconfortantes, espirituais e eternos. …
“Então como podemos obter segurança espiritual? A resposta muito simples talvez seja simples demais para muitos: primeiro, voltemo-nos para o Senhor. O rei Lími disse: ‘Se vos voltardes para o Senhor com todo o coração e colocardes vossa confiança [N]ele e O servirdes com toda diligência de vossa mente, se assim fizerdes [E]le vos livrará do cativeiro, de acordo com a [S]ua própria vontade e prazer’ (Mosias 7:33).”
— Élder Charles Didier, conferência geral de abril de 1987, “Segurança espiritual” [em inglês]

Mosias 8
“Conforme ensinou a experiência de Amon, um vidente tem o poder de traduzir registros antigos e ‘um vidente é maior que um profeta’. Mas, disse Amon, ‘um vidente é também … profeta’ (ver Mosias 8:11-16). Assim chamado, Joseph se tornou ‘um grande benefício para seus semelhantes’ (Mosias 8:18)”.
— Élder Neal A. Maxwell, conferência geral de outubro de 2003, “Um vidente escolhido”
“Por meio da tradução de Joseph Smith vieram estas palavras impressionantes, definidoras e sérias sobre o que realmente significa submissão santa e como uma criança:
“‘Um santo [é aquele que se torna], por meio da expiação de Cristo, o Senhor,... como uma criança, submisso, manso, humilde, paciente, cheio de amor, disposto a submeter-se a tudo quanto o Senhor achar que lhe deva infligir, assim como uma criança se submete a seu pai’ (Mosias 3:19).”
— Élder Neal A. Maxwell, conferência geral de outubro de 1983, “Joseph, o Vidente” [em inglês]
“Percebemos que, como no passado, algumas ovelhas se rebelarão e serão ‘como um rebanho selvagem que foge do pastor’ (Mosias 8:21). Mas a maioria dos nossos problemas resulta da falta de pastoreio amoroso e atento.
“Com o cuidado de um pastor, muitos de nossos novos membros, recém-conversos no evangelho, seriam nutridos pelo conhecimento do evangelho e por novos padrões. Tal atenção garantiria que não haveria retorno aos velhos hábitos e velhos amigos.
“Com o cuidado amoroso de um pastor, muitos dos nossos jovens, os nossos cordeirinhos, não estariam vagando errantes. E se estivessem, o cajado do pastor, um braço amoroso, os recuperaria.
“Com o cuidado de um pastor, muitos daqueles que agora são independentes do rebanho, ainda podem ser recuperados.”
— Presidente Ezra Taft Benson, conferência geral de abril de 1983, “Um chamado ao sacerdócio: ‘Apascenta minhas ovelhas’” [em inglês]

Mosias 9
“Você já disse ou fez algo imprudente ou prejudicial mesmo em defesa do Salvador ou de Sua Igreja? … Procure reparar os erros. O Salvador vê nossos esforços imperfeitos para viver Seu evangelho e defender Seu nome mesmo quando, em nossa fraqueza, esses esforços podem causar danos sem intenção.
“Quando defendemos nossas crenças nas mídias sociais ou pessoalmente, às vezes podemos nos tornar ‘extremamente [zelosos]’ (Mosias 9:3) ou ‘[desprezar] o mais importante da lei’ (Mateus 23:23), inclusive a misericórdia. Não usamos espadas, mas as palavras têm um efeito poderoso… Podemos nos encontrar… dependentes da misericórdia do Salvador para curar as feridas que causamos e nos ajudar a seguir em frente, defendendo a fé e compartilhando o evangelho com um ‘espírito de mansidão’ (Doutrina e Convênios 100:7), em vez de um espírito de contenda.”
— Presidente Susan H. Porter, presidente geral da Primária, Liahona de junho de 2023, “Milagres da misericórdia”
“Os irmãos de Néfi o amarraram com cordas e planejaram sua destruição. Prestem atenção à oração de Néfi: ‘Ó Senhor, de acordo com minha fé em [T]i, livra-me das mãos de meus irmãos; sim, dá-me forças para romper estas cordas com que estou amarrado’ (1 Néfi 7:17). …
“Não creio que as cordas com que Néfi foi amarrado simplesmente caíram magicamente de suas mãos e seus punhos. Em vez disso, suspeito que ele foi abençoado com persistência e força pessoal superior à sua capacidade natural, para que ele então ‘com a força do Senhor’ (Mosias 9:17) trabalhasse, torcesse e forçasse as cordas, até por fim literalmente conseguir rompê-las.
“A implicação desse relato para cada um de nós é muito direta. À medida que passamos a compreender e a aplicar o poder capacitador da Expiação em nossa vida pessoal, vamos orar e buscar forças para mudar nossa situação, em vez de orar pedindo que nossa situação seja mudada.”
— Élder David A. Bednar, A Liahona de março de 2015, “Uma força muito além de nossa capacidade”
“A guerra apresenta alguns problemas cruciais para um indivíduo. O que acontece quando uma pessoa pacífica, amorosa e temente a Deus é treinada para tirar a vida de outras pessoas? O que acontece quando essa pessoa entra em um ambiente onde nem a vida é respeitada nem Deus é reverenciado? Uma pessoa nessas circunstâncias pode sobreviver espiritualmente?
“As respostas a essas perguntas também estão no Livro de Mórmon. Vários exemplos mostram que as pessoas podem viver em retidão mesmo nas condições mais adversas. Zênife e Gideão, por exemplo, foram dois bons homens que lutaram em exércitos mistos, bons e maus, e sobreviveram à guerra civil. (Ver Mosias 9:1–3; Mosias 19:1–8, 18–24; Mosias 20:17–22) … Mesmo assim, cada um permaneceu comprometido e leal a Deus e viveu uma vida justa.”
— H. Dean Garrett, ex-professor associado de História e Doutrina da Igreja na Universidade Brigham Young, revista Ensign de setembro de 1988, “Paz interior” [em inglês]

Mosias 10
“Você já disse ou fez algo imprudente ou prejudicial mesmo em defesa do Salvador ou de Sua Igreja? … Procure reparar os erros. O Salvador vê nossos esforços imperfeitos para viver Seu evangelho e defender Seu nome mesmo quando, em nossa fraqueza, esses esforços podem causar danos sem intenção.
“Quando defendemos nossas crenças nas mídias sociais ou pessoalmente, às vezes podemos nos tornar ‘extremamente [zelosos]’ (Mosias 9:3) ou ‘[desprezar] o mais importante da lei’ (Mateus 23:23), inclusive a misericórdia. Não usamos espadas, mas as palavras têm um efeito poderoso… Podemos nos encontrar… dependentes da misericórdia do Salvador para curar as feridas que causamos e nos ajudar a seguir em frente, defendendo a fé e compartilhando o evangelho com um ‘espírito de mansidão’ (Doutrina e Convênios 100:7), em vez de um espírito de contenda.”
— Presidente Susan H. Porter, presidente geral da Primária, Liahona de junho de 2023, “Milagres da misericórdia”
“Os irmãos de Néfi o amarraram com cordas e planejaram sua destruição. Prestem atenção à oração de Néfi: ‘Ó Senhor, de acordo com minha fé em [T]i, livra-me das mãos de meus irmãos; sim, dá-me forças para romper estas cordas com que estou amarrado’ (1 Néfi 7:17). …
“Não creio que as cordas com que Néfi foi amarrado simplesmente caíram magicamente de suas mãos e seus punhos. Em vez disso, suspeito que ele foi abençoado com persistência e força pessoal superior à sua capacidade natural, para que ele então ‘com a força do Senhor’ (Mosias 9:17) trabalhasse, torcesse e forçasse as cordas, até por fim literalmente conseguir rompê-las.
“A implicação desse relato para cada um de nós é muito direta. À medida que passamos a compreender e a aplicar o poder capacitador da Expiação em nossa vida pessoal, vamos orar e buscar forças para mudar nossa situação, em vez de orar pedindo que nossa situação seja mudada.”
— Élder David A. Bednar, A Liahona de março de 2015, “Uma força muito além de nossa capacidade”
“A guerra apresenta alguns problemas cruciais para um indivíduo. O que acontece quando uma pessoa pacífica, amorosa e temente a Deus é treinada para tirar a vida de outras pessoas? O que acontece quando essa pessoa entra em um ambiente onde nem a vida é respeitada nem Deus é reverenciado? Uma pessoa nessas circunstâncias pode sobreviver espiritualmente?
“As respostas a essas perguntas também estão no Livro de Mórmon. Vários exemplos mostram que as pessoas podem viver em retidão mesmo nas condições mais adversas. Zênife e Gideão, por exemplo, foram dois bons homens que lutaram em exércitos mistos, bons e maus, e sobreviveram à guerra civil. (Ver Mosias 9:1–3; Mosias 19:1–8, 18–24; Mosias 20:17–22) … Mesmo assim, cada um permaneceu comprometido e leal a Deus e viveu uma vida justa.”
— H. Dean Garrett, ex-professor associado de História e Doutrina da Igreja na Universidade Brigham Young, revista Ensign de setembro de 1988, “Paz interior” [em inglês]
Mosias 10
“As escrituras estão repletas de histórias de homens e mulheres que interpretaram mal a ‘verdade’. No Livro de Mórmon, tanto os nefitas como os lamanitas criaram suas próprias ‘verdades’ uns sobre os outros. A ‘verdade’ dos nefitas sobre os lamanitas era que eles ‘eram um povo selvagem, feroz e sanguinário’ (Mosias 10:12), nunca capazes de aceitarem o evangelho. A ‘verdade’ dos lamanitas sobre os nefitas era que Néfi havia roubado o direito de primogenitura de seu irmão e que os descendentes de Néfi eram mentirosos que continuaram a roubar dos lamanitas o que era deles por direito (ver Mosias 10:12; Alma 20:13). Essas ‘verdades’ alimentaram o ódio mútuo até que ele finalmente consumiu a todos.”
— Élder Dieter F. Uchtdorf, na publicação semanal para jovens adultos de setembro de 2021, “5 verdades sobre a verdade” [em inglês]

