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Leia os versículos favoritos de Doutrina e Convênios da equipe do Church News

Como os ensinamentos consoladores e encorajadores de Doutrina e Convênios ajudaram a edificar a fé da equipe do Church News

Disponível em:Inglês | Espanhol

Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias estudarão Doutrina e Convênios individual e coletivamente durante 2025.

Neste início de ano, a equipe do Church News selecionou histórias, seções e versículos de Doutrina e Convênios que abençoaram suas vidas.

Kaitlyn Bancroft

Doutrina e Convênios 50:41 é um doce e sagrado lembrete de a quem pertenço: “Não temais, filhinhos, porque sois [M]eus e [E]u venci o mundo; e fazeis parte daqueles que meu Pai me deu.”

É extremamente fácil se sentir indesejado e não escolhido neste mundo difícil. Mas Élder Erich W. Kopischke, Setenta Autoridade Geral, certa vez ensinou: “Ao seguirmos o padrão simples que o Senhor estabeleceu, viremos a saber que fomos aceitos por Ele, independentemente de nossa posição, status ou limitações da mortalidade. Sua amorosa aceitação vai nos motivar, aumentar nossa fé e nos ajudar a lidar com tudo o que enfrentarmos na vida. A despeito de nossos desafios, teremos sucesso, prosperaremos e sentiremos paz” (conferência geral de abril de 2013, “Ser aceitos pelo Senhor”).

Além disso, Élder D. Todd Christofferson, do Quórum dos Doze Apóstolos, disse sobre Doutrina e Convênios 50:41: “É uma bênção viver com essa certeza, talvez até maior do que podemos conceber. Todos nós, mais cedo ou mais tarde, num momento de desastre iminente ou confusão exaustiva, caso tenhamos escolhido Deus como nosso guia, poderemos cantar com convicção [em inglês]: ‘Doce é a paz que o evangelho traz’” (Liahona de março de 2013, “Você é livre”).

Não é pouca coisa pertencer ao Salvador do mundo e saber que Ele pertence a mim em troca. Esta escritura de Doutrina e Convênios me lembra do quão sagrado é o privilégio de escolhê-Lo e ser escolhido por Ele.

Aimee Cobabe

Sempre que estudo Doutrina e Convênios, fico impressionada com quantos versículos estão repletos de esperança, apesar das dificuldades que os primeiros santos enfrentaram.

Doutrina e Convênios 101:36 diz: “Portanto, não temais nem mesmo a morte; porque neste mundo vossa alegria não é completa, mas em [M]im vossa alegria é completa.”

Quando leio isto, lembro-me de que, embora haja provações e momentos na vida em que é difícil sentir alegria, o Senhor prometeu alegria na próxima vida. E essa alegria é possível por meio de Sua Expiação

"Joseph Smith na Cadeia de Liberty" é uma pintura de Greg K. Olsen.
"Joseph Smith na Cadeia de Liberty", de Greg K. Olsen. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Continuando para a seção 123 de Doutrina e Convênios, amo o versículo 17, onde Joseph Smith oferece um pouco de consolo aos seus amigos, depois que ele também foi consolado pelo Senhor, enquanto estava na Cadeia de Liberty, na seção anterior: “Portanto, amados irmãos, façamos alegremente todas as coisas que estiverem a nosso alcance; e depois aguardemos, com extrema segurança, para ver a salvação de Deus e a revelação de [S]eu braço.”

O Profeta Joseph Smith fala com esperança, colocando toda a sua confiança em Deus. Seu exemplo me faz lembrar de que as provações podem nos tornar amargos ou melhores. Quando confiamos em Jesus Cristo em meio às dificuldades, Ele nos tornará melhores.

Todos os versículos que oferecem esperança em Doutrina e Convênios refletem a razão de nossa esperança: nosso Salvador Jesus Cristo. Que bênção é ter essas palavras para nos lembrarmos que, mesmo que sejamos provados, “todas essas coisas te servirão de experiência, e serão para o teu bem” (Doutrina e Convênios 122:7).

Vanessa Fitzgibbon

Quando me tornei membro da Igreja, aprendi a valorizar o Seminário e, mais tarde, as aulas do Instituto que, combinadas com meu amor pela leitura e aprendizado, continuaram a saciar minha sede por mais e mais conhecimento.

Uma escritura que se tornou uma motivação em minha vida é encontrada em Doutrina e Convênios 93:36–37, que diz: “A glória de Deus é inteligência, ou, em outras palavras, luz e verdade” (ênfase adicionada).

Em um mundo que está evoluindo em muitas direções diferentes, a inteligência humana pode ser definida como “a capacidade de aprender, entender e fazer julgamentos ou ter opiniões baseadas na razão” (Dicionário Cambridge – em inglês); “a capacidade de resolver problemas complexos ou tomar decisões com resultados que beneficiem o agente” (Johns Hopkins Medicine – em inglês); ou também, como uma “qualidade mental que consiste nas habilidades de aprender com a experiência, adaptar-se a novas situações, entender e lidar com conceitos abstratos e usar o conhecimento para manipular o ambiente” (Britannica – em inglês).

Entretanto, nenhuma dessas definições, ou muitas outras, se referem a uma progressão eterna onde nossa inteligência continua evoluindo.

"A glória de Deus é inteligência, ou, em outras palavras, luz e verdade" (Doutrina e Convênios 93:36). | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Em uma entrevista em 2007, Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, disse: “Um dos principais propósitos da mortalidade é aprender — obter conhecimento e inteligência. … Pode ser que você pense que inteligência significa ser muito capaz nos trabalhos acadêmicos, mas inteligência significa também aplicar o conhecimento adquirido em propósitos corretos.”

Mais adiante, em Doutrina e Convênios 130:18, o Senhor continua dizendo: “Qualquer princípio de inteligência que alcançarmos nesta vida surgirá conosco na ressurreição.”

Ao longo dos anos, percebi que as maiores lições que aprendi não foram das horas que passei em salas de aula e bibliotecas em busca de um diploma, ou de conferências ouvindo intelectuais de prestígio. As maiores lições que aprendi vieram de filhos de Deus, simples e humildes, que genuinamente exemplificam o puro amor de Cristo através do exemplo de suas próprias vidas.

E sou grata pelas oportunidades que o Senhor me deu de aprender com os melhores livros, com o exemplo de familiares e amigos fiéis e através de um Profeta que continua a receber revelações em nossos dias, nos ajudando em nossa jornada rumo à vida eterna.

Nadia Gavarret

Muitas vezes, esquecemos as respostas que já recebemos e ignoramos as maneiras silenciosas com que o Senhor falou conosco. Uma das minhas passagens favoritas é Doutrina e Convênios 6:22-23, onde o Senhor oferece uma lição poderosa.

Nestes versículos, o Senhor lembra Oliver Cowdery de uma experiência sagrada quando ele recebeu anteriormente um testemunho da verdade: “Em verdade, em verdade [E]u te digo: Se desejas mais um testemunho, volve tua mente para a noite em que clamaste a [M]im em teu coração a fim de saberes a respeito da veracidade destas coisas.”

O Senhor ensinou Oliver Cowdery a reconhecer Suas respostas, guiando-o a refletir sobre experiências anteriores. Ele não apenas deu a Oliver outro testemunho, Ele o ajudou a se lembrar e reconhecer um testemunho que ele já havia recebido. O Senhor perguntou: “Não dei paz a tua mente quanto ao assunto? Que maior testemunho podes ter que o de Deus?”

Esta pergunta divina ressoa profundamente com aqueles que experimentaram a tranquila certeza do Espírito. Ela nos lembra que, frequentemente, os testemunhos mais poderosos não vêm por meio de manifestações dramáticas, mas por meio da confirmação pacífica para nossa mente e coração.

Quando buscamos respostas, o Senhor frequentemente nos convida a lembrarmos daqueles momentos sagrados em que sentimos Sua paz. Essa paz que vem à nossa mente e coração é um poderoso testemunho da verdade.

Assim como Oliver Cowdery, podemos confiar naqueles momentos em que sentimos a paz do Senhor. Essas experiências se tornam âncoras espirituais, às quais podemos retornar repetidamente. O padrão de revelação do Senhor permanece inalterado: Ele dá paz à nossa mente e coração, nos fornecendo testemunhos que não podem ser negados.

Quando surgem dúvidas, a segurança vem ao nos lembrarmos de momentos sagrados de paz.

Rachel Sterzer Gibson

Há tantas preciosidades doutrinárias ensinadas em Doutrina e Convênios, que foi difícil escolher uma favorita, mas uma passagem que tem proporcionado muito consolo ao longo dos anos é encontrada na seção 98.

Naquela época, os santos no Missouri estavam passando por uma perseguição intensa, que parecia estar apenas aumentando. E, no entanto, lhes é dito: “Em verdade vos digo, meus amigos: Não temais; que se console vosso coração; sim, regozijai-vos sempre e em tudo dai graças” (versículo 1).

Eles estão seguros de que o Senhor está ciente deles e de suas circunstâncias, “porque vossas orações chegaram aos ouvidos do Senhor de Sabaote e estão registradas com este selo e testamento — o Senhor jurou e decretou que serão atendidas” (versículo 2).

"Pioneiros entrando no Vale do Lago Salgado", de King Driggs. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Então o Senhor promete “com um convênio imutável” que “todas as coisas que vos tiverem afligido reverterão para o vosso bem e para a glória do [M]eu nome, diz o Senhor” (versículo 3).

Posso pensar em uma ocasião em que implorei ao Senhor para tirar uma provação e ouvi “não”. Fiquei arrasada, mas nos anos seguintes, posso ver como aquelas dificuldades me proporcionaram maior empatia, compaixão e sabedoria. Também estava mais bem preparada para enfrentar outros desafios mais adiante no meu caminho. Olhando para trás, posso ter um vislumbre de como as coisas “reverteram para o meu bem.”

Estes versículos me lembram de que minhas provações têm um propósito. Posso confiar no Senhor. Ele me conhece, Ele está ciente das minhas lutas e fraquezas, e se eu guardar meus convênios, “todas as coisas … reverterão” para o meu bem. Portanto, apesar de quaisquer coisas difíceis com as quais eu possa estar lutando, posso “permitir que meu coração seja consolado” e “em tudo dar graças.”

Isto era verdade para os santos naquela época e pode ser verdade para as pessoas hoje.

Leah Haynes

Enquanto servia na Missão Uruguai Montevidéu Oeste, eu, como muitos outros missionários, tive momentos de dúvida. “Será que estou realmente fazendo o suficiente? Estou causando um impacto na vida destas pessoas? Por que as coisas não podem ser mais fáceis?”

Nos dias em que o sol estava muito brilhante, as ruas estavam especialmente empoeiradas e o número de pessoas sendo ensinadas parecia pequeno, eu questionava meu papel no plano divino de Deus.

Um amigo próximo me enviou o que agora é meu discurso favorito, “Mesmo que a estrada seja longa e penosa”. Nele, Presidente Jeffrey R. Holland me ensinou uma lição importante: “Sangue, trabalho, lágrimas e suor. As melhores coisas sempre merecem ser concluídas.”

Aprendi desta maneira, e de muitas outras maneiras, que Deus nunca abandona Seus filhos; Ele permite que passemos por dificuldades para que possamos nos conhecer.

Doutrina e Convênios 64:33–34 diz: “Portanto, não vos canseis de fazer o bem, porque estais lançando o alicerce de uma grande obra. E de pequenas coisas provém aquilo que é grande.

“Eis que o Senhor requer o coração e uma mente solícita; e os que são solícitos e obedientes comerão do bem da terra de Sião nestes últimos dias.”

Esta escritura é um lembrete constante para mim de que, em meio a dificuldades e trabalho, estou lançando o alicerce para o caráter que Deus pretende que eu tenha, por menores que pareçam ser as pedras que lanço a cada dia. Confio que Ele é quem está guiando minhas mãos para lançar as pedras.

Jon Ryan Jensen

Doutrina e Convênios está repleto de exemplos de aconselhamento. O Senhor oferece conselhos. O Profeta Joseph Smith busca conselhos do Senhor. Joseph e sua esposa Emma se aconselham. Líderes da Igreja recém-chamados, missionários e muitos outros buscam conselhos, recebem conselhos e se aconselham juntos.

Em Doutrina e Convênios 103, Joseph está em Kirtland, Ohio, em fevereiro de 1834. O cabeçalho desta seção diz que a revelação recebida veio após a chegada de Parley P. Pratt e Lyman Wight do Missouri “para conversar com o Profeta”. Antes de compreender a geografia destes dois locais, achava que talvez o Condado de Jackson fosse próximo de Kirtland. No entanto, os dois locais estão a mais de 1.100 quilômetros de distância. Quando vou à minha capela local para me aconselhar com um líder de ala ou estaca, dirijo alguns quarteirões. Não consigo imaginar como seria viajar centenas de quilômetros a cavalo, de carroção, em barcos ou a pé para me aconselhar com um líder da Igreja.

Os santos enfrentaram uma terrível perseguição no Condado de Jackson naquela época. Pratt e Wight buscaram a orientação do Senhor sobre como seguir em frente. Entre os 40 versículos, estão algumas joias maravilhosas de escritura e entendimento sobre arbítrio, edificação de Sião, apoio de anjos e obediência aos mandamentos de Deus. No final da seção, o Senhor ensina que sair vitorioso dos desafios requer três ingredientes importantes.

“Toda vitória e toda glória ser-vos-ão manifestadas por meio de vossa diligência, fidelidade e orações de fé”, Ele lhes disse em Doutrina e Convênios 103:36.

Este versículo me lembra que superar desafios e crescer para me tornar o que Deus espera de mim não depende somente de mim, e não depende somente do Pai Celestial. Requer meu esforço. Requer que eu aja com fé. E requer orações de fé ao Pai Celestial em nome de Seu Filho, Jesus Cristo. Todas estas coisas trabalham juntas para o nosso bem, para a nossa vitória.

Joseph Smith iniciou a viagem de canoa pelo Rio Missouri do Condado de Jackson, Missouri, para Ohio em 9 de agosto de 1831. | Kenneth Mays,

Emerson Manning

Alguns anos atrás, minha família e eu nos mudamos para Utah. Embora estivesse ansiosa por um novo capítulo na vida, logo me senti sobrecarregada com medo e incerteza sobre a ideia de recomeçar.

Pouco depois de saber de nossos planos de mudança, encontrei um versículo em Doutrina e Convênios que aliviou minhas preocupações.

Doutrina e Convênios 68:6 diz: “Portanto, tende bom ânimo e não temais, porque [E]u, o Senhor, estou convosco e ficarei ao vosso lado; e testificareis de [M]im, Jesus Cristo, que [E]u sou o Filho do Deus vivo, que [E]u fui, que [E]u sou e que [E]u virei.”

Isto me encheu de esperança de que eu não enfrentaria este novo desafio sozinha, pois meu Salvador estaria ao meu lado.

Avançando alguns anos depois, eu tinha acabado de receber meu chamado missionário para Santa Fé, Argentina. Sentimentos de ânimo foram rapidamente suprimidos por sentimentos de inadequação e dúvida. Porém, novamente, o Espírito sussurrou para mim para ter bom ânimo, pois o Senhor estaria comigo.

Consegui entender melhor este versículo ao testificar sobre Cristo, que Ele é o Filho do Deus vivo, para aqueles que tive a felicidade de conhecer em minha missão.

Este versículo tem sido um lembrete confiável ao longo da minha vida, de que não preciso temer, pois seja qual for a minha circunstância, por mais escuro que meu dia possa parecer, há esperança e luz, pois o Senhor Deus está sempre comigo, em cada passo e em cada aspecto da minha vida.

Joel Randall

Sou motivado pelo tema de Doutrina e Convênios de que pessoas comuns, inexperientes e imperfeitas como eram, poderiam ser instrumentais na edificação do reino de Deus. Que bênção termos um livro de escrituras para documentar como estas pessoas comuns tiveram visões, sacrificaram tudo o que tinham e restauraram verdades preciosas do evangelho de Jesus Cristo.

Doutrina e Convênios 4:3 explica a característica comum que fez toda a diferença para este batalhão de santos pioneiros: “Portanto, se tendes desejo de servir a Deus, sois chamados ao trabalho.” Começa com o desejo, mas não termina aí. Presidente Thomas S. Monson, na época primeiro conselheiro na Primeira Presidência, ensinou em 1996 que “o Senhor qualifica aqueles que chama.”

Você percebe as conexões aqui? Aqueles com desejo de servir são chamados para o trabalho, e aqueles chamados para o trabalho recebem poder divino para cumprirem suas responsabilidades.

Uma pintura de Dan Jones segurando um exemplar do Livro de Mórmon e pregando para um grupo de pessoas na rua.
"Dan Jones desperta Gales", de Clark Kelley Price. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Podemos nos prender ao fato de não sermos perfeitos o suficiente para servir: não conhecemos as escrituras bem o suficiente, não somos eloquentes o suficiente com nossa fala, nos falta experiência ou habilidades, mas a perfeição nesta vida não é o que Deus precisa de nós. Se a perfeição fosse um requisito para ser um discípulo de Cristo, Seu único seguidor teria sido Sua sombra.

Nosso desejo significa muito para o Pai Celestial, e sei que se mostrarmos a Ele que realmente queremos ser “o instrumento para que se faça muito de bom nesta geração” (Doutrina e Convênios 6:8), Ele nos dará a chance e a força para fazê-lo.

Se quisermos edificar o reino de Deus, imperfeitos como somos, começamos com o desejo de servir. E permitam que Deus cuide do resto.

Christine Rappleye

A maior parte de Doutrina e Convênios é uma coleção de revelações: respostas divinas a perguntas. Muitas são por meio do Profeta Joseph Smith para outra pessoa, ou em resposta direta a uma questão que tenha surgido.

Retrato de Oliver Cowdery
Uma pintura de Oliver Cowdery. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Embora o livro inteiro seja um testemunho de que todos nós podemos receber respostas, também há algumas instruções incluídas. Elas estão nas seções quando Oliver Cowdery era o escrevente de Joseph Smith durante a tradução do Livro de Mórmon.

Oliver era professor de uma escola na área de Palmyra, Nova York. Naquele ponto, as 116 páginas haviam sido perdidas. Oliver se hospedou com os Smiths e, após alguma relutância, eles compartilharam sobre Joseph, as placas de ouro e sua experiência. Oliver também orou para saber se o que tinha ouvido era verdade (ver “Santos”, Volume 1, Capítulo 6).

Oliver e Samuel Smith, irmão mais novo de Joseph, caminharam de Palmyra até o que era então chamado de Harmony, Pensilvânia, uma cidade à margem do Rio Susquehanna (atualmente Oakland Township, Pensilvânia). Nas estradas de hoje, isso dá mais de 200 quilômetros, o que levava então cerca de 50 horas.

Itens na escrivaninha da casa reconstruída de Joseph e Emma Smith, mostrada em 2019, no Local da Restauração do Sacerdócio em Oakland Township, Susquehanna, Pensilvânia. | Kennethy Mays

Em Doutrina e Convênios 6:5, em uma revelação tanto para Joseph quanto para Oliver, o Senhor diz: “Portanto, se me pedires, receberás; se bateres, ser-te-á aberto.”

Então, em Doutrina e Convênios, capítulos 8 e 9, há mais instruções, incluindo ter fé (8:10); estudar e perguntar, e como saber se algo está certo ou não (8:2; 9:8), e não temer (9:11).

Embora eu não receba visitantes celestiais ou respostas em forma de parágrafos, aprendi que reconhecer respostas às orações e impressões do Espírito Santo é uma habilidade espiritual que precisa ser usada e desenvolvida consistentemente, e que está disponível a todos que a procuram.

A Casa de Joseph e Emma Smith no Local da Restauração do Sacerdócio em Oakland Township, Pensilvânia, fotografada em agosto de 2018. Joseph Smith traduziu a maior parte do Livro de Mórmon aqui, na casa que compartilhava com sua esposa, Emma.
A Casa de Joseph e Emma Smith no Local da Restauração do Sacerdócio em Oakland Township, Pensilvânia, fotografada em agosto de 2018. Joseph Smith traduziu a maior parte do Livro de Mórmon aqui, na casa que compartilhava com sua esposa, Emma. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Mary Richards

Antes de meu filho ser designado como missionário de tempo integral, ele se apresentou ao sumo conselho da estaca em uma manhã de domingo. Meu marido e eu estávamos lá para ouvir seu testemunho e o que os sumos conselheiros e a presidência da estaca lhe disseram. Um dos sumos conselheiros leu então, Doutrina e Convênios 84:88.

"Cristo e as Crianças do Livro de Mórmon", de Del Parson. | Credit: Intellectual Reserve, Inc.

Neste versículo, o Senhor disse: “E quem vos receber, lá estarei também, pois irei adiante de vós. Estarei à vossa direita e à vossa esquerda e [M]eu Espírito estará em vosso coração e [M]eus anjos ao vosso redor para vos suster.”

mediatamente, meus olhos se encheram de lágrimas. Eu já estava me sentindo emocionada sobre meu primeiro filho saindo de casa. Mas, naquele momento, eu soube que ele ficaria bem. O Senhor estaria com ele, adiante, à sua direita e à sua esquerda, com anjos ao seu redor para o suster.

Desde aquele momento, há quase um ano e meio, este versículo se tornou um dos meus favoritos. Quanto mais o procuro, mais o ouço e mais sei que é verdade. Presidente Russell M. Nelson o citou em seu discurso mais recente na conferência geral, ao prometer: “O Senhor vai consolá-los também! Ele vai fortalecê-los. Ele vai abençoá-los com paz mesmo em meio ao caos. ... Não há limites para a capacidade que o Salvador tem de ajudá-los.”

David Schneider

Para qualquer pessoa que eu conheço, alguns dias são mais desafiadores do que outros. Os dias desafiadores geralmente são de um momento difícil sobre uma ou mais coisas, incluindo saúde, finanças, dificuldades com filhos ou outros membros da família, falecimento de um ente querido, tentando cumprir chamados e designações da Igreja, emprego e desânimo em geral.

Em oração, a maioria de nós suplica por paz e consolo. Deus, em Sua sabedoria, às vezes envia esta paz imediatamente, e às vezes ela é adiada.

Como todas as pessoas, tive minha cota de ambos, principalmente com a doença prolongada e, depois, quase quatro anos atrás, com a morte da minha esposa, me tornando um pai solo de uma criança com necessidades especiais, não conseguindo manter todos os elementos da casa como eu gostaria, e a inspiração, há um ano, para namorar novamente (dois meses atrás, me casei novamente com uma mulher maravilhosa).

Nascer do sol no vale de uma plantação de laranjas. | Adobe.com

Quando o sentimento de paz é adiado, lembro-me do conselho em Doutrina e Convênios 6:23: “Não dei paz a tua mente quanto ao assunto? Que maior testemunho podes ter que o de Deus?”

Eu não poderia ter previsto as bênçãos que recebi. E sou grato pela paz que já recebi e pelo conhecimento de que Deus conhece minha situação.

Scott Taylor

As a former bishop, YSA bishop, MTC branch president, stake president and mission president, I had plenty of opportunities to counsel and help Latter-day Saints — particularly young adults — work through the repentance process. It’s a process I also rely on, with my own sins and failings.

Élder David A. Bednar do Quórum dos Doze Apóstolos lembrou que o Salvador é frequentemente chamado de o Grande Médico ("Cremos em Ser Castos", conferência geral de abril de 2013), sendo que o título tem significado tanto simbólico quanto literal.

"Da Expiação do Salvador flui o bálsamo suavizante que pode curar nossas feridas espirituais e remover a culpa", ele ensinou.

Elder Bednar also likened bishops and branch presidents to spiritual physician assistants, authorized to help members repent and heal with check-ups, prescriptions and preventive efforts.

Ao aconselhar os membros, eu frequentemente usava Doutrina e Convênios 58:42: "Eis que aquele que se arrependeu de seus pecados é perdoado e eu, o Senhor, deles não mais me lembro."

A person prays with clasped hands on scriptures.
Uma pessoa ora com as mãos sobre as escrituras. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Os membros frequentemente respondiam: “Mas eu me lembro dos meus pecados, então certamente um Senhor onisciente o fará. E se eu me lembro deles, isso significa que não estou perdoado?”

Não, nós nos lembramos de nossos erros e falhas, mesmo depois do arrependimento, não como uma punição, mas como uma proteção.

Nós nos lembramos dos pecados e de como nos sentimos inicialmente: culpa, vergonha e sussurros que nos direcionam ao arrependimento. Após o arrependimento sincero, a culpa e a vergonha desaparecem: os fardos espirituais, emocionais e aparentemente físicos foram aliviados. Sim, ainda nos lembramos, mas reconhecemos que nos sentimos diferentes, melhores e limpos. Não queremos repetir esses pecados e os primeiros sentimentos.

E o Senhor “deles não mais se lembra”, olhando para nós, não por quem fomos e o que fizemos, mas por quem estamos nos tornando e como estamos progredindo.

Trent Toone

Uma das experiências mais difíceis da juventude de Joseph Smith ocorreu quando Martin Harris perdeu as 116 páginas do manuscrito do Livro de Mórmon. Joseph ficou devastado, inconsolável e pensou que “tudo estava perdido”, de acordo com “Santos”, Volume 1.

Tive sentimentos semelhantes como missionário, muitos anos atrás, quando cometi um erro lamentável, que me fez sentir como se tivesse traído todo o bem que havia realizado, e toda a confiança que havia desenvolvido até aquele momento com meu presidente de missão e com o Senhor.

Felizmente, consegui resolver o assunto em um curto período. Nenhum dano maior foi causado. Meu presidente de missão me garantiu que eu estava perdoado. Mas a culpa era muito pesada, e era difícil seguir em frente. Talvez como Joseph, muitas vezes nas semanas e meses que se seguiram, eu me fiz perguntas como: “Como está a minha situação, Senhor? Ainda está zangado comigo? Ainda me quer em Sua equipe?”

Uma imagem do vídeo "Um Dia para as Eternidades" retratando Joseph Smith traduzindo o Livro de Mórmon, ditando o texto para seu escriba, Oliver Cowdery.
Uma imagem do vídeo “A Day for the Eternities” [Um dia para as eternidades], retrata Joseph Smith traduzindo o Livro de Mórmon, ditando o texto para seu escrevente, Oliver Cowdery. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

A amorosa resposta do Senhor veio quando li e aprendi a apreciar Doutrina e Convênios 3:10:

“Lembra-te, porém, de que Deus é misericordioso; portanto, arrepende-te do que fizeste contrário ao mandamento que [T]e dei e és ainda escolhido; e és chamado à obra outra vez” (ênfase acrescentada).

Todos nós falhamos e cometemos erros. Esta escritura ajuda a me lembrar de que o Pai Celestial ama todos os Seus filhos e não desiste deles. Ele é bondoso, sábio, paciente, disposto a perdoar e a fornecer segundas chances por meio da Expiação de Jesus Cristo. Por meio do arrependimento, podemos conhecer o Salvador. Sua obra não é sobre eficiência, é sobre edificar almas. Quão grato sou por estas verdades.

Valerie Walton

Este ano, tive a oportunidade de fazer parte do comitê da trilha dos pioneiros de minha estaca, que foi muito mais divertido do que eu pensava que seria. A primeira tarefa que nos foi dada foi pensarmos, em oração, em pessoas que pudessem servir como casais representando “pais e mães”, para submetermos à presidência da estaca para consideração.

Sempre tive dificuldade em reconhecer impressões espirituais, então esta designação me deixou nervosa. Eu seria capaz de pensar nas pessoas certas? E se eu escolhesse as pessoas erradas?

Considerei alguns casais da ala que eu conhecia muito bem e fiz uma lista com seus nomes. O que me surpreendeu foi que, um certo casal claramente não me veio à mente. Eles são amigos meus e do meu marido, e eu os conhecia melhor do que outros na ala. Mas eu simplesmente continuava me esquecendo deles.

Jovens de Utah e seus líderes aprendem sobre os desafios da experiência pioneira ao recriarem uma trilha de carrinhos de mão, perto da fronteira entre os estados de Utah e Wyoming, em agosto de 2007. | Deseret News archives

Logo depois de entregar os nomes, descobri por que esse casal continuava me escapando da mente. Eles anunciaram no Facebook que ela estava grávida e que a data do parto seria muito perto das datas da trilha. Percebi que estava passando por “um estupor de pensamento que te fará esquecer o que estiver errado”, descrito em Doutrina e Convênios 9:9.

Doutrina e Convênios 9:8-9 são atualmente meus versículos favoritos, porque ensinam sobre várias maneiras pelas quais o Espírito pode falar conosco. Nunca senti o “ardor no peito” descrito no versículo 8, mas ser capaz de reconhecer o estupor de pensamento no versículo seguinte foi uma vitória significativa para mim.

Se eu tivesse submetido os nomes deste casal, eles teriam recusado o chamado de qualquer maneira. Mas a experiência ainda é sagrada para mim, porque o Senhor me mostrou que sou capaz de reconhecer o Espírito e Ele fala comigo.

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