A missão da BYU-Pathway Worldwide é desenvolver discípulos de Jesus Cristo que sejam líderes em seus lares, na Igreja e em suas comunidades.
Durante um devocional transmitido na sexta-feira, 16 de maio, o presidente Brian K. Ashton, presidente da BYU-Pathway, e sua esposa, a irmã Melinda Ashton, focaram seu discurso em um aspecto dessa missão: ser um líder no lar.
“Para nos tornarmos o que Deus deseja que sejamos, precisamos de famílias e, idealmente, de bons pais que saibam como liderar”, disse o presidente Ashton. “Boas famílias também nos ajudam a termos alegria nesta vida e na próxima.”
Presidente Ashton observou que nenhuma família é perfeita. “Se você se encontra liderando uma família que gostaria que fosse mais feliz, saiba que você pode reconhecer padrões que precisam mudar, e fazer os ajustes necessários com a ajuda do Senhor.”
Ele e a irmã Ashton destacaram cinco princípios encontrados nas escrituras, que podem ajudar os pais a liderarem seus lares em retidão.
A irmã Ashton testificou que Deus deseja que todos os Seus filhos tenham famílias felizes. “Ao seguir estes princípios, podemos criar as melhores condições para a felicidade e promovermos relacionamentos familiares positivos.”
Sejam um exemplo de retidão
Jesus Cristo é o exemplo perfeito e proporcionou às pessoas um padrão de como devem agir. Da mesma forma, os pais devem modelar o comportamento que esperam de seus filhos, disse a irmã Ashton.
“Se quisermos que eles sejam bondosos, devemos ser bondosos com nossos filhos e com as pessoas ao nosso redor. Se quisermos que nossos filhos guardem os mandamentos de Deus, devemos guardar esses mesmos mandamentos”, disse ela.
Todos os pais cometem erros, e seus filhos também. “Consequentemente, uma das coisas mais importantes que podemos fazer como pais é nos arrepender”, continuou a irmã Ashton. “Nossos filhos precisam nos ouvir admitindo nossos erros e pedindo desculpas a eles e a outros. Eles precisam nos ver melhorar, confiando na força que vem de nos achegarmos a Jesus Cristo.”
Ensinem as crianças a andarem na verdade
O Senhor ensinou: “Eu, porém, ordenei que criásseis vossos filhos em luz e verdade” (Doutrina e Convênios 93:40).
Uma das verdades mais importantes que os pais podem ensinar, é que somos filhos espirituais de Deus, disse o presidente Ashton. “Saber que Deus é o Pai do nosso espírito significa que temos ascendência divina e, portanto, potencial divino. Significa que podemos orar a Deus, pedir Sua ajuda e recebê-la quando necessário.”
Os pais também devem ensinar os filhos que Jesus Cristo é o Salvador e Redentor do mundo, e que devem conhecer e obedecer os Seus mandamentos. “Por quê? Porque fazer o bem, servir o próximo e tratá-los como gostaríamos de ser tratados nos ajuda a sermos felizes”, disse o presidente Ashton.

Preste testemunho das bênçãos de Deus
“Porque Deus nos ama, Ele nos ajudará se permitirmos”, prometeu a irmã Ashton aos alunos. Deus pode ajudar pessoas com problemas, confortá-las em momentos de tristeza e guiá-las em momentos de aflição.
As escrituras ensinam que devemos nos lembrar das “coisas grandiosas que o Senhor [fez] por [nossos] pais” (Éter 6:30).
A irmã Ashton disse: “Ao compartilharmos com nossos filhos as bênçãos e os milagres que Deus fez em nossa vida e em nossa família, nossos filhos saberão que Deus pode fornecer bênçãos e milagres semelhantes em suas vidas.”
Como desafios e dificuldades proporcionam experiência e crescimento, Deus não resolverá todos os problemas. Em vez disso, “Deus nos dará forças para suportá-los. Mas testificamos que Deus pode realizar milagres em nossa vida, de acordo com a Sua vontade e o Seu tempo”, disse ela.
Orem
Deus espera que os pais ensinem seus filhos a orarem, e que orem por eles e com eles, disse o presidente Ashton.
Jesus ensinou: “Orai ao Pai no seio de vossa família, sempre em meu nome, a fim de que vossas mulheres e vossos filhos sejam abençoados” (3 Néfi 18:21).
O presidente Ashton compartilhou como ele e a irmã Ashton têm se esforçado para orar todas as noites com seus filhos. “Isso tem sido uma bênção, especialmente quando alguém precisa de ajuda especial. Não só nos ajudou a receber ajuda divina, como também trouxe um sentimento de amor e união à nossa família.”

Criar uma cultura de união
Às vezes, as famílias estão tão focadas nas responsabilidades que se esquecem de fazerem as coisas que tornam a vida agradável, observou a irmã Ashton. “Precisamos de diversão e recreação salutares. Precisamos fazer coisas em família que gostamos de fazer juntos.”
A família Ashton adora fazer trilhas, viajar, participar de jogos, comer, comemorar eventos especiais e jantar juntos aos domingos.
“Nossa cultura familiar também precisa ser baseada em tratarmos uns aos outros como Deus trata Seus filhos”, disse a irmã Ashton.
Ela então compartilhou Doutrina e Convênios 121:41-46: “Nenhum poder ou influência pode ou deve ser mantido …, a não ser com persuasão, com longanimidade, com brandura e mansidão e com amor não fingido.”
Se os pais forem justos e tratarem suas famílias como Deus trata a Sua, explicou a irmã Ashton, “então Deus nos ensinará como Ele salva Seus filhos, e nossas famílias desejarão estar conosco e nos seguir”.

