PROVO, Utah — Em comemoração ao 150º aniversário da Universidade Brigham Young, Greg Nordin, professor de Engenharia Elétrica da BYU, e o aluno Callum Galloway, criaram 150 réplicas microscópicas impressas em 3D de templos existentes.
Todos esses templos foram concluídos em 31 de julho de 2024, em preparação para o aniversário. Os 150 templos foram colocados em um microchip de 12 por 19 milímetros em uma grade de 10 por 15. Cada templo tem medidas de aproximadamente 1 por 0,5 por 0,3 milímetros, aproximadamente o tamanho de uma semente de papoula.

“Quando ouvimos falar da celebração do sesquicentenário [com o tema] ‘Beacons of Light’ [Faróis de Luz], pensamos: podemos usar essa capacidade de impressão 3D de alta resolução que desenvolvemos para criar algo especial?”, disse Nordin em um comunicado de imprensa da BYU [em inglês].
Com 382 templos anunciados, em construção ou dedicados, esses engenheiros escolheram 150 plantas diferentes, incluindo templos como St. George, Washington D.C., San Diego, Provo City, Salt Lake [todos em inglês].

“Há muitos templos com plantas muito semelhantes,” disse Galloway. “Então, pesquisei e encontrei os primeiros 150 templos dedicados, organizados em ordem cronológica, com plantas únicas, o que aumenta a variedade do chip.”
De acordo com o comunicado à imprensa [em inglês], Galloway estava no laboratório de Nordin quando o projeto foi proposto pela primeira vez. Ele então o desenvolveu ainda mais, estando no cerne do produto final.

Cada templo é cuidadosamente projetado em um material à base de carbono para impressão 3D, projetando imagens ultravioleta, uma após a outra, para construir diferentes camadas desses templos.
Por meio de um processo chamado fotopolimerização, as moléculas nos materiais se ligam em cadeias e resultam em pequenos templos de polímero reconhecíveis.
“É gratificante como podemos desfrutar dessa tecnologia que estamos usando tanto de forma artística quanto espiritual”, disse Galloway. “Engenharia é inerentemente arte, e a melhor arte e a melhor engenharia nascem da paixão. Isso é algo que vejo muito neste laboratório.”



