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Como o templo de Bangcoc se sustenta no alicerce de 6 décadas da Igreja na Tailândia e de membros multigeracionais

A dedicação do templo coloca o foco no trabalho missionário e nas conversões nos anos 60 e 70, bem como nas futuras gerações de santos dos últimos dias tailandeses

BANCOC, Tailândia — Embora o Templo de Bancoc Tailândia possa ser novo para esta nação do sudeste asiático, com sua dedicação no domingo, 22 de outubro, as raízes de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias são profundas, mais de meio século, e abrangem quatro gerações em muitas famílias.

Desde a primeira reunião da Igreja, realizada em 1968, até uma declaração dizendo “sou um santo dos últimos dias”, durante uma proposta de namoro em 1978, os santos dos últimos dias desfrutam de um passado frutífero. E desde um casal de jovens conversos que se prepararam para estar entre os primeiros casais selados no novo templo de Bancoc, até pais de filhos que são membros da quarta geração, os santos dos últimos dias olham para um futuro promissor.

E o que nos motiva a olhar para trás e para frente é o evento histórico e atual: a dedicação do Templo de Bancoc Tailândia no domingo, por Élder Ronald A. Rasband, do Quórum dos Doze Apóstolos.

Leia a seguir algumas breves episódios históricos, lembranças e expectativas dos santos dos últimos dias tailandeses.

‘Eu sou um santo dos últimos dias’

Depois de um ano trocando cartas e fotos, intercaladas com mensagens do evangelho na tentativa de criar uma amizade e um possível namoro, Somchit Choysrakoo se vestiu com suas melhores roupas e se apresentou pessoalmente, pela primeira vez, à sua futura esposa em 1978, que morava em uma pequena vila a 10 horas de distância. fora de Bancoc. As primeiras palavras que saíram de sua boca foram “sou um santo dos últimos dias.”

Kesorn e Somchit Choysrakoo sorriem um para o outro enquanto contam como se conheceram, enquanto conversam na casa de seu filho, Apichat Choysrakoo, em Bangcoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023.
Kesorn e Somchit Choysrakoo sorriem um para o outro enquanto contam como se conheceram, enquanto conversam na casa de seu filho, Apichat Choysrakoo, em Bangcoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

E agora, 45 anos depois, Kesorn Choysrakoo se lembra de como isso soou estranho, vindo de alguém de um país predominantemente budista.

“Ela não tinha ideia do que isso significava”, disse Somchit Choysrakoo. “Isso significava que sou cristão.”

Choysrakoo era motorista de táxi que, na primavera de 1976, pegou dois estrangeiros nas ruas de Bancoc, na Tailândia. Ele logo descobriu que era uma dupla de missionários americanos de tempo integral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e ele aprendeu sobre o evangelho quase com a mesma rapidez e, mais tarde naquele ano, aceitou o convite para ser batizado.

Na verdade, seu batismo ocorreu no dia de Natal, e ele saiu direto da fonte batismal da capela, para atuar como um dos reis magos na reconstituição do nascimento do Salvador, que estava sendo realizada no ramo. Ele era o mais velho de oito irmãos, de uma família que mais tarde se converteu à fé, incluindo seu pai, se tornando duas gerações de Choysrakoos santos dos últimos dias.

No ano após seu batismo, Somchit Choysrako iniciou um relacionamento à distância com uma jovem: Kesorn Sang-gnam, que morava em Sisaket, a 10 horas de distância, a nordeste. Seu tio, que morava perto, sugeriu que os dois se conhecessem.

Fotos de Kesorn e Somchit Choysrakoo quando começaram o namoro na Tailândia, no final dos anos 1970. A imagem, de um álbum de recortes de família, foi fotografada na sexta-feira, 20 de outubro de 2023, em Bancoc, Tailândia.
Fotos de Kesorn e Somchit Choysrakoo quando começaram o namoro na Tailândia, no final dos anos 1970. A imagem, de um álbum de recortes de família, foi fotografada na sexta-feira, 20 de outubro de 2023, em Bancoc, Tailândia. | Fornecida pela família Choysrakoo

No primeiro ano, os dois se conheceram apenas por meio de cartas. “Ele a ensinou o evangelho, por meio de cartas de amor”, explicou seu filho, Apichat Choysrakoo.

Um ano depois, Somchit Choysrako vestiu sua melhor roupa de domingo e viajou até Sisaket, entregando a Sang-gnam uma cópia do Novo Testamento e do Livro de Mórmon, com um marcador em Alma 34. Ela se lembra de ter orado, de se sentir confortável e de receber ajuda com os desafios familiares que enfrentava.

Os dois se casaram em Sisaket em novembro de 1980, e se mudaram para Bancoc uma semana depois, sendo Kesorn Choysrakoo batizada em 20 de dezembro de 1980.

Somchit and Kesorn Choysrakoo and their two children stand with extended family members at the Manila Philippines Temple while on a 1990 group temple trip with some 200 Thai Latter-day Saints in 1990. The image from a family scrapbook was photographed Friday, Oct. 20, 2023, in Bangkok, Thailand. | Fornecida pela família Choysrakoo

Dez anos depois, os Choysrakoos e seus dois filhos estavam entre os cerca de 200 membros do primeiro grupo de membros tailandeses a viajar ao Templo de Manila Filipinas, para realizarem ordenanças do templo pela primeira vez.

Apichat Choysrakoo tinha 6 anos quando sua família foi selada no templo de Manila. “Minha irmã me deixou sozinho no vestiário e eu estava chorando”, ele relatou sua única lembrança daquela viagem.

Kesorn Choysrakoo sorri ao descrever como ela e seu marido, Somchit Choysrakoo, se conheceram, enquanto conversavam na casa de seu filho, Apichat Choysrakoo, em Bangcoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023.
Kesorn Choysrakoo sorri ao descrever como ela e seu marido, Somchit Choysrakoo, se conheceram, enquanto conversavam na casa de seu filho, Apichat Choysrakoo, em Bangcoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

Para seus pais, foi significativo. “Eu sabia que era um momento muito importante na nossa vida e já o desejávamos há muito tempo”, disse Somchit Choysrakoo.

Kesorn Choysrakoo acrescentou: “Participávamos de aulas sobre o templo o tempo todo, mas pensávamos que nunca teríamos a chance de ir, era uma despesa muito grande. Mas estávamos determinados.”

Ele largou o emprego que exigia trabalho ocasional aos domingos, acrescentando a compensação financeira de sua saída às suas economias e depois ajudando sua esposa a vender alimentos e a iniciar um negócio em família.

Os sacrifícios não eram nada em comparação com as bênçãos e benefícios. “O que é importante é o compromisso que assumimos de guardarmos os convênios e como vivemos nossas vidas depois de deixarmos o templo”, disse Kerson Choysrakoo, que se juntará ao marido como oficiantes no novo templo, assim que a adoração e as ordenanças do templo começarem na semana após a dedicação. “Servirei no templo pelo resto da minha vida, contato que eu esteja capaz.”

O início do trabalho missionário em 1968

Larry White estava no terreno do templo, um dia antes da dedicação do Templo de Bancoc Tailândia, no pátio entre a entrada do templo e uma estátua do Christus. Mais tarde, ele foi apresentado a Élder Rasband e a outros líderes da Igreja que se reuniram para tirar fotos em grupo.

White foi um dos seis missionários a servirem em Bancoc em 1968, enviado pelo presidente da Missão Extremo Oriente Sul, com seu aprendizado rudimentar da língua chinesa, para começar a compartilhar o evangelho na Tailândia em tailandês. Foram os primeiros em mais de 110 anos, tendo Presidente Brigham Young enviado um missionário em 1854 para Siam, como era conhecida Bancoc na época; o missionário ficou apenas quatro meses por causa da barreira linguística, antes de voltar para casa.

Élder Ronald A. Rasband, do Quórum dos Doze Apóstolos, à esquerda, cumprimenta Larry White, de Salt Lake City, do lado de fora do Templo de Bancoc Tailândia, no sábado, dia 21 de outubro de 2023. White foi um dos seis missionários que chegaram em 1968 para começarem a obra missionária no país.
Élder Ronald A. Rasband, do Quórum dos Doze Apóstolos, à esquerda, cumprimenta Larry White, de Salt Lake City, do lado de fora do Templo de Bancoc Tailândia, no sábado, dia 21 de outubro de 2023. White foi um dos seis missionários que chegaram em 1968 para começarem a obra missionária no país. | Scott G Winterton, Deseret News

“Lembro-me de que, em 1968, não estávamos muito longe daqui”, lembrou ele, tendo viajado com sua esposa, Janice White, de sua casa em Salt Lake City para Bancoc para a dedicação. “Para nossa primeira reunião, em 17 de março de 1968, estavam presentes 13 pessoas, um dos dois membros da Igreja no país naquela época.”

Eles não tinham escrituras ou materiais da Igreja em tailandês, nem mesmo um nome reconhecido para a Igreja no idioma, acrescentou White. “Mas em muito pouco tempo, milagrosamente encontramos e conversamos com a mulher que se tornou a principal tradutora do Livro de Mórmon, e de Doutrina e Convênios e Pérola de Grande Valor. Sua casa ficava de 300 a 400 metros de onde o presidente da missão havia encontrado um lugar para ficar e morar.”

A promessa de um templo

Tiparat Kitsawat, de 76 anos, se filiou à Igreja em 1977, quando havia um ramo e uma capela em Bancoc. Ele estava hospedado na casa de seu chefe, que tinha um filho estudando nos Estados Unidos e buscava oportunidades de contato com americanos em Bancoc. O chefe convidou os missionários a irem à sua casa. Ele e sua família não se filiaram à Igreja, mas Kitsawat sim.

Tiparat Kitsawat posa para fotos no lado de fora do Templos de Bancoc Tailândia, na sexta-feira, 20 de outubro de 2023.
Tiparat Kitsawat posa para fotos no lado de fora do Templos de Bancoc Tailândia, na sexta-feira, 20 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

Em mais de quatro décadas desde então, ele serviu em vários chamados no ramo, distrito, ala e estaca, alguns deles por diversas vezes, como presidente de ramo e conselheiro do presidente de missão. Ele também foi chamado como o primeiro presidente de estaca do país, quando a Estaca Bancoc Tailândia foi organizada em junho de 1996 por Élder Neal A. Maxwell, do Quórum dos Doze Apóstolos.

Enquanto servia como presidente de estaca, Presidente Gordon B. Hinckley foi à Tailândia e prometeu aos membros que algum dia o país teria uma Casa do Senhor. “Mas eu não sabia quanto tempo levaria”, disse Kitsawat.

Depois que o Templo de Manila Filipinas foi dedicado em 1984 e começou a funcionar, os presidentes de missão começaram a ajudar grupos de membros a viajarem para lá para realizar ordenanças do templo, incluindo investiduras e selamentos. Kitsawat ajudou a converter seu pai, “e levei meu pai para ser selado a ele”, disse ele.

Após sua dedicação em 1996, o Templo de Hong Kong China se tornou uma opção adicional quando casais e famílias começaram a viajar para realizar suas próprias ordenanças no templo, como os Kitsawats, ao levarem suas duas filhas para seus próprios selamentos no templo de Hong Kong. Como presidente de estaca, Tiparat Kitsawat pôde ir ao templo de Hong Kong todos os anos em que serviu devido aos treinamentos de liderança de área com apóstolos, realizados anualmente naquela cidade.

Tiparat Kitsawat olha para o Templo de Bancoc Tailândia enquanto posa para fotos do lado de fora do templo na sexta-feira, 20 de outubro de 2023.
Tiparat Kitsawat olha para o Templo de Bancoc Tailândia enquanto posa para fotos do lado de fora do templo na sexta-feira, 20 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

Ele possui um livro, semelhante a um diário, de seu serviço na Igreja e as listas de nomes daqueles que foram ensinados sobre o evangelho nas últimas décadas e que nunca se filiaram à Igreja, bem como dos santos dos últimos dias que foram convertidos uma vez, mas desde então saíram do caminho para a inatividade. Kitsawat vê os benefícios de um templo dedicado em Bancoc.

“Na Tailândia, às vezes é difícil mantermos a fé”, disse ele. “Agora temos um instrumento especial: o templo fará a diferença.”

A quarta geração

A criança de 6 anos que estava chorando no templo de Manila é agora o primeiro conselheiro na presidência da Estaca Bancoc Tailândia. O presidente Apichat Choysrakoo e sua esposa, Suphalak, têm dois filhos: Tisha, uma menina de 7 anos, e Kirin, um menino de 4 anos, que constituem a quarta geração de santos dos últimos dias da família Choysrakoo.

Três gerações da família Choysrakoo: Apichat, Kesorn, Somchit, Tisha, Kirin e Suphalak, posam para uma foto na casa de Apichat e Suphalak Choysrakoo, em Bancoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023.
Três gerações da família Choysrakoo: Apichat, Kesorn, Somchit, Tisha, Kirin e Suphalak, posam para uma foto na casa de Apichat e Suphalak Choysrakoo, em Bancoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

Apichat Choysrakoo conheceu Suphalak Chomphabai, seu nome de solteira, quando era jovem e frequentava a Igreja em Bancoc. Ela viajava todos os domingos, seu único dia de folga da semana, de Pattaya, em uma viagem de três a quatro horas em cada sentido. Ele serviu missão na Tailândia e depois foi para a BYU-Havaí, enquanto ela posteriormente se mudou para Bancoc. Cerca de cinco anos após o primeiro encontro, eles se casaram em outubro de 2012, no templo de Hong Kong.

Presidente Choysrakoo vê a dedicação do templo de Bancoc em dois níveis, sendo o primeiro e mais óbvio a dedicação formal da Casa do Senhor como uma estrutura para Ele onde as ordenanças sagradas são realizadas e os convênios feitos. Mas tem havido uma dedicação dos santos dos últimos dias locais, não apenas na construção e preparação do edifício sagrado, mas também na preparação de si próprios.

Apichat Choysrakoo ajuda seus filhos, Kirin e Tisha, a encontrarem jogos, em sua casa em Bancoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023.
Apichat Choysrakoo ajuda seus filhos, Kirin e Tisha, a encontrarem jogos, em sua casa em Bancoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

“Tenho visto o estilo de vida das pessoas mudar”, disse ele, acrescentando como o templo se torna um símbolo de compromisso com os convênios e de esforço para manter-se limpo e puro.

Suphalak Chomphabai está consciente das bênçãos e oportunidades para seus filhos e familiares por terem um templo tão próximo em Bancoc. “É bom ter um templo próximo para que eles possam vê-lo com frequência, em vez de ter que ir ao templo no exterior”, disse ela, observando a economia de custos, bem como para ver o templo em primeira mão e se preparar para entrar quando jovem, em vez de do que apenas falar sobre o templo em uma discussão em sala de aula.

Kirin Choysrakoo sorri para sua mãe, Suphalak Choysrakoo, enquanto estava em casa em Bancoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023.
Kirin Choysrakoo sorri para sua mãe, Suphalak Choysrakoo, enquanto estava em casa em Bancoc, Tailândia, no sábado, 21 de outubro de 2023. | Scott G Winterton, Deseret News

“Espero que, quando eles crescerem, possam ir ao templo sozinhos ou com seu grupo de jovens ou ala, ou até mesmo usarem o templo como uma forma de realizarem o trabalho missionário, trazendo seus amigos não-membros para visitarem o terreno do templo.”

O início de outra família santo dos últimos dias

Chutima “Dangkwa” e Keeradid “Bank” Mankong serão um dos primeiros casais a se casarem no Templo de Bancoc Tailândia, com data marcada para terça-feira, 31 de outubro.

Chutima “Dangkwa” Janjarus e Keeradid “Bank” Mankong posam para uma foto com o Templo de Bancoc Tailândia ao fundo, em agosto de 2023.
Chutima “Dangkwa” Janjarus e Keeradid “Bank” Mankong posam para uma foto com o Templo de Bancoc Tailândia ao fundo, em agosto de 2023. | Fornecida por Chutima Janjarus

Janjarus, de 29 anos, é professora de uma pré-escola para crianças de 3 e 4 anos. Convertida à Igreja em outubro de 2014 e único membro de sua família, ela serviu na Missão Utah Salt Lake City Praça do Templo de 2018 a 2019. Ela mora em Maha Sarakham, a quase sete horas de carro a nordeste da Tailândia.

Mankong, 35 anos, mora em Ubon Ratchathani, mais de oito horas a leste de Bancoc, com sua avó de 98 anos e seu pai de 59 anos. Assim como sua noiva, ele se formou na faculdade e conheceu os missionários em uma quadra de basquete há 10 anos, sendo batizado aos 25 anos.

Chutima “Dangkwa” Janjarus ao lado de seu pai, sua mãe e irmã mais nova, no Templo de Bancoc Tailândia, durante a casa aberta em 2023.
Chutima “Dangkwa” Janjarus ao lado de seu pai, sua mãe e irmã mais nova, no Templo de Bancoc Tailândia, durante a casa aberta em 2023. | Fornecida por Chutima Janjarus

Os dois se conheceram como membros do grupo que serviu no acampamento de jovens adultos solteiros da Estaca Ubon Tailândia no ano passado. Servir no acampamento foi uma experiência nova para Mankong, que optou por cuidar da avó e do pai em vez de servir missão aos 20 e poucos anos. “Nunca me senti livre para servir assim”, disse ele, acrescentando que Janjarus era uma colega solidária e trabalhadora. “Então, decidi convidá-la para sair depois do acampamento.”

A distância entre suas cidades natais exige uma viagem até o templo, mas o casal de noivos fez isso e muito mais para um evento especial de jovens adultos solteiros no início da casa aberta do templo no final de agosto.

Jovens adultos solteiros de várias regiões da Tailândia se reúnem para uma foto com Élder Gerrit W. Gong, do Quórum dos Doze Apóstolos, e sua esposa, a irmã Susan Gong, após um tour pelo Templo de Bangcoc Tailândia, em 26 de agosto de 2023.
Jovens adultos solteiros de várias regiões da Tailândia se reúnem para uma foto com Élder Gerrit W. Gong, do Quórum dos Doze Apóstolos, e sua esposa, a irmã Susan Gong, após um tour pelo Templo de Bangcoc Tailândia, em 26 de agosto de 2023. | A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Com apenas duas semanas de antecedência, eles foram convidados a formarem um coro para cantar em um tour dos jovens adultos solteiros pelo templo e no devocional com Élder Gerrit W. Gong, do Quórum dos Doze Apóstolos. “Foi um grande desafio para nós, mas tudo correu bem”, disse Janjarus.

Como os dois se sentem ao se prepararem para o selamento em 31 de outubro?

“Esperamos muito tempo, quero dizer, um ano desde que começamos a namorar foi muito tempo para eu me casar com ele”, disse Janjarus. “Estou muito animada para me casar com meu melhor amigo, e isso não é apenas para esta vida.”

Mankong acrescentou: “Sou muito grato por ter Dangkwa comigo neste mundo desafiador. … Isso torna tudo mais fácil. Quero estar com ela por toda a eternidade.”

Chutima “Dangkwa” Janjarus, agachada à esquerda, visita Keeradid “Bank” Mankong Bank, de pé à direita, e sua família, em Ubon Ratchathani, Tailândia.
Chutima “Dangkwa” Janjarus, agachada à esquerda, visita Keeradid “Bank” Mankong Bank, de pé à direita, e sua família, em Ubon Ratchathani, Tailândia. | Fornecida por Chutima Janjarus
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