Um líder de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias se reuniu com líderes governamentais, comunitários e religiosos em Wellington, Nova Zelândia, no dia 24 de novembro, para celebrar o 75º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos [em inglês].
O tema do evento foi “Dignidade humana para todos, em todos os lugares”. A Igreja também produziu e apresentou um novo folheto sobre liberdade religiosa em inglês e na língua Te Reo Māori, de acordo com um comunicado de imprensa [em inglês].
“Defendemos os princípios da liberdade religiosa e seu fundamento de direitos e dignidade; nisso somos todos irmãos e irmãs. Quanto mais fizermos isto juntos, mais poderemos espalhar felicidade e alegria”, disse Élder Jeremy R. Jaggi, Setenta Autoridade Geral que serve como segundo conselheiro na presidência da Área Pacífico da Igreja.
Os convidados do evento incluíam diplomatas e dignitários de países do Pacífico Sul e de outros distantes, como a África do Sul.

Em seus comentários, Élder Jaggi perguntou: “Por que os santos dos últimos dias se preocupam tanto com a liberdade religiosa?” Ele citou Jeremias 1:5: “Antes que te formasse no ventre, te conheci”. Élder Jaggi explicou que “os santos dos últimos dias acreditam fundamentalmente que todos vivíamos juntos, como filhos de pais celestiais, antes de virmos a esta Terra.”
“Parte da nossa jornada terrena é apoiar, sustentar e construir a dignidade humana uns nos outros com bondade, compaixão e paz”, disse ele. “Em um mundo cada vez mais revoltado e secular, precisamos de gratidão, precisamos de ligação, precisamos de bondade e compaixão de uns pelos outros.”

Outra palestrante do evento foi Vanisa Dhiru, que atua como comissária da Comissão Nacional da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Ela discutiu exemplos de trabalho com outras pessoas para apoiar a liberdade de expressão responsável.
“Esta abordagem participativa reúne a sociedade civil e as comunidades, para discutirem formas de aumentarem a compreensão dos direitos humanos, e levarem a uma sociedade mais inclusiva para todos”, disse Dhiru.
Rakesh Naidoo, gerente nacional de parcerias étnicas da Polícia da Nova Zelândia, contou a história de um policial cristão que se ofereceu para orar com uma mulher em perigo. O gesto gentil foi apreciado. Naidoo disse que os policiais da Nova Zelândia são incentivados a “trabalhar plenamente”, incluindo sua fé, dentro do Estado de direito, para melhor servirem em suas comunidades.
Paul Rytting, que atua como consultor jurídico na Área Pacífico da Igreja, disse: “Houve um forte espírito de colaboração e propósito entre todos os participantes.”


