WASHINGTON, D.C. — Quando a Declaração de Independência dos E.U.A. foi assinada em 4 de julho de 1776, ela afirmou que “todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis.” A Constituição dos Estados Unidos posteriormente definiu a liberdade de religião como um desses direitos humanos fundamentais.
Hoje, 247 anos após a assinatura da Declaração de Independência, a liberdade religiosa ainda é um tema relevante e importante, disse Élder Eric Baxter, Setenta de Área em Washington, D.C.
Élder Baxter é advogado do Becket Fund for Religious Liberty [Fundo Becket para Liberdade Religiosa], uma organização sem fins lucrativos focada na proteção dos direitos religiosos.
Em 3 de julho, enquanto servia como voluntário com sua família no estande do FamilySearch, durante o Festival Smithsonian Folklife, ele compartilhou sua perspectiva sobre a liberdade religiosa com o Church News.
Élder Baxter disse que a liberdade de religião costuma ser chamada de primeira liberdade, por estar listada em primeiro lugar na Declaração de Direitos. É também, disse ele, um dos direitos mais importantes do país, já que todos os outros direitos, da liberdade de expressão à liberdade de imprensa, estão enraizados nele.
“Sem a liberdade de religião, as outras liberdades são menos brilhantes”, disse Élder Baxter. “... Esta liberdade foi uma das razões pelas quais as pessoas vieram para a América e, portanto, proteger a liberdade religiosa protege todas as nossas outras liberdades.”
Ele acrescentou que a melhor maneira de os membros da Igreja protegerem a liberdade religiosa é viverem abertamente sua fé e encorajarem outros a fazerem o mesmo.
Quando isso acontece, as pessoas percebem que “têm muito mais em comum do que [elas] têm de diferente.”
Élder Baxter disse que está “otimista” sobre o futuro da liberdade religiosa nos E.U.A.
“Temos uma longa história de lutas e triunfos com a liberdade religiosa, e hoje temos muitos desafios”, disse ele. “... [Mas] há muitas coisas boas pela frente, e a religião continuará a desempenhar um papel importante.”
