O guia de estudo do “Vem, e Segue-Me” desta semana abrange Doutrina e Convênios 102 a 105, que inclui revelação sobre a expedição do Acampamento de Sião.
A seguir estão algumas citações de líderes do passado e atuais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, sobre essas seções de Doutrina e Convênios.
Doutrina e Convênios 102
“[O presidente da estaca] tem a pesada responsabilidade de certificar-se de que a doutrina ensinada na estaca seja mantida pura e imaculada. É seu dever cuidar para que nenhuma doutrina falsa seja ensinada e que nenhuma prática falsa seja realizada. Se isso for feito por qualquer portador do Sacerdócio de Melquisedeque, ou qualquer outra pessoa em certas circunstâncias, ele deve aconselhar a pessoa. Se ela persistir nessa prática, então o presidente é obrigado a tomar certas medidas. Ele convocará o ofensor para apresentar-se perante um conselho disciplinar, onde serão tomadas medidas para que seja designado um período probatório, ou para que a pessoa seja desassociada ou excomungada da Igreja.
“Essa é uma tarefa extremamente penosa e ingrata, mas o presidente precisa encará-la sem medo nem favorecimentos. Tudo isso é feito em harmonia com a orientação do Espírito e conforme determinado na seção 102 de Doutrina e Convênios.”
— O falecido Presidente Gordon B. Hinckley, na época Presidente da Igreja, conferência geral de abril de 2000, “O presidente da estaca”
“De volta a Kirtland, Ohio, da missão, em fevereiro de 1834, Martin Harris foi escolhido por revelação para servir no primeiro sumo conselho da Igreja (ver Doutrina e Convênios 102:3). Menos de três meses depois, saiu de Kirtland com os homens do Acampamento de Sião e marchou 1.448 km até o Missouri a fim de libertar os santos que estavam sendo oprimidos naquela região.”
— Presidente Dallin H. Oaks, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 1999, “A testemunha: Martin Harris”
“Acrescenta-se a este princípio: ‘e está de acordo com a dignidade de seu chamado presidir o conselho da igreja, tendo ele o privilégio de ser assistido por outros dois presidentes, designados do mesmo modo que ele foi designado.
“‘E em caso de ausência de um ou de ambos os que tiverem sido designados para assisti-lo, ele terá poder para presidir o conselho sem um assistente; e em caso de ele próprio estar ausente, os outros presidentes, ambos ou um deles, terão poder para presidir em seu lugar’ (Doutrina e Convênios 102:10–11).
“Nós, que servimos como conselheiros, sabemos e conhecemos os parâmetros da nossa autoridade e de nossa responsabilidade. Nosso único desejo é dar assistência e ajudar o nosso líder nos tremendos encargos de seu ofício. A Igreja está se tornando grande... Ela está se espalhando pelo mundo. Seu programa é extenso, complexo e lida com enorme quantidade de elementos. As responsabilidades são inúmeras e variadas.
“A despeito das circunstâncias, porém, a obra prossegue de maneira ordenada e maravilhosa.”
— O falecido Presidente Gordon B. Hinckley, na época primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 1992, “A Igreja prossegue”
Doutrina e Convênios 103

“Este é o seu dia, e seu trabalho já começou! Agora é o momento de ser dignas de obter uma recomendação para o templo. À medida que fizerem esse trabalho, vão se tornar salvadoras no Monte Sião (ver Obadias 1:21; Doutrina e Convênios 103:9).”
— Irmã Elaine S. Dalton, na época presidente geral das Moças, conferência geral de abril de 2012, “Este é o momento de erguer-se e brilhar!”
“O Profeta Joseph Smith recebeu estas instruções do Senhor:
“‘Pois foram designados para serem uma luz para o mundo e salvadores de homens;
“‘E se não forem salvadores de homens, serão como o sal que perdeu o sabor’ (Doutrina e Convênios 103:9–10).
“É impressionante o profundo sentido associado às palavras ‘salvadores de homens’ quando elas são estudadas em conjunto com uma definição completa do sacerdócio. ...
“O sacerdócio é o poder de Deus e deve ser usado para salvar almas. Não é concedido a jovens ou velhos como mera coisa nominal. É concedido na expectativa de que o portador o exercite em favor próprio ou de outros. O sacerdócio deve ser honrado, e os chamados dentro do sacerdócio devem ser magnificados.”
— O falecido Élder Carlos E. Asay, na época Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 1980, “Sal da terra: Sabor dos homens e salvadores dos homens”
“Esta não é a ocasião para se examinar a história dos santos do condado de Jackson, Missouri. É suficiente dizer que eles não demonstraram a dedicação e compromisso necessários para o estabelecimento de Sião naquela época. Em 24 de fevereiro de 1834, após haverem sido ‘expulsos e feridos pelas mãos de [seus] inimigos’ (Doutrina e Convênios 103:2), o Senhor disse ao Profeta Joseph que o motivo pelo qual havia consetido sua expulsão era ‘para que os que chamam a si próprios pelo meu nome fossem castigados por algum tempo com um castigo severo e doloroso, por não terem, de forma alguma, atendido aos preceitos e mandamentos que lhes dei’ (Doutrina e Convênios 103:4). Eles ainda não eram Seus discípulos no verdadeiro sentido do termo. Entretanto, o Senhor ainda lhes deu esta grande promessa:
“‘Eles começarão a prevalecer contra meus inimigos a partir deste exato momento.
“‘E tendo o cuidado de cumprir todas as palavras que eu, o Senhor seu Deus, lhes disser, jamais deixarão de prevalecer, até que os reinos do mundo sejam subjugados sob meus pés e a Terra seja dada aos santos a fim de que a possuam para todo o sempre’ (Doutrina e Convênios 103:6–7).
“Esta é nossa grandiosa promessa. Jamais cessaremos de prevalecer, até que o Senhor estabeleça Sua Sião neste mundo. O verdadeiro discipulado do sacerdócio de Deus determinará a rapidez com que nos moveremos rumo a essa grande consumação, à medida que nós, vivendo o evangelho, lutarmos contra as forças corruptoras e a iniquidade que se alastram neste mundo.”
— O falecido Presidente Marion G. Romney, na época segundo conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 1978, “Um discípulo de Cristo”
“O Senhor revelou em nossos dias que somos filhos de Israel e da semente de Abraão (ver Doutrina e Convênios 103:17) e, em virtude dessa descendência e pela obediência a todas as ordenanças do evangelho, temos direito às bênçãos de nossos pais, Abraão, Isaque e Jacó.
“Como legítimos portadores do sacerdócio, devemos ser fortes: fortes na vida justa, no poder do sacerdócio e na realização de nossa grande missão salvadora para o mundo inteiro.”
— O falecido Élder William H. Bennett, na época assistente do Conselho dos Doze, conferência geral de outubro de 1975, “Convênios e bênçãos” [em inglês]

“O Criador confiou os recursos da terra e todas as formas de vida aos nossos cuidados, mas Ele mantém plena propriedade sobre eles. Ele disse: ‘Eu, o Senhor, estendi os céus e formei a Terra, obra de minhas mãos; e todas as coisas que neles há são minhas’ (Doutrina e Convênios 104:14). Tudo que está na Terra pertence a Deus, inclusive nossa família, nosso corpo físico e até mesmo nossa própria vida. ...
“Como filhos de Deus, recebemos a responsabilidade de sermos mordomos, cuidadores e guardiões de Suas criações divinas. O Senhor disse que Ele fez ‘cada homem responsável como mordomo de bênçãos terrenas, que [fez] e [preparou] para as [Suas] criaturas’ (Doutrina e Convênios 104:13).
“Nosso Pai Celestial nos permite usar os recursos terrenos de acordo com nossa livre e espontânea vontade. No entanto, nosso arbítrio não deve ser interpretado como licença para usar ou consumir os recursos deste mundo sem sabedoria ou moderação.”
— Bispo Gérald Caussé, bispo presidente, conferência geral de outubro de 2022, “Nossa mordomia terrena”
“Mesmo em relação ao desejo universalmente aceito de ajudar os pobres e necessitados, o Senhor concorda com nosso objetivo, mas adverte: ‘Mas é necessário que seja feito a meu modo’ (Doutrina e Convênios 104:16). Caso contrário, em nosso empenho de ajudar, acabamos, na verdade, prejudicando as pessoas. O Senhor ensinou a necessidade de promover a autossuficiência. Mesmo que sejamos capazes de ajudar, não devemos dar ou prover o que as pessoas podem e devem fazer por si mesmas. Em todo lugar em que se procura dar esmolas, descobre-se os malefícios que ela causa. Sem dúvida, Deus sabe o que é melhor.”
— Élder Stanley G. Ellis, na época Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 2013, “O Caminho do Senhor”
“A fé, a espiritualidade e a obediência produzem um povo preparado e autossuficiente. Quando obedecemos ao convênio do dízimo, ficamos protegidos das necessidades e do poder do destruidor. Quando obedecemos ao jejum e fazemos doações generosas para cuidar de outros, nossas orações são ouvidas e a devoção da família aumenta. Recebemos bênçãos semelhantes quando seguimos os conselhos dos profetas e vivemos dentro de nossos próprios recursos financeiros, evitamos as dívidas desnecessárias e armazenamos pelo menos um ano de artigos de primeira necessidade suficientes para nós e nossa família. Nem sempre isso é fácil, mas temos de fazer o melhor que pudermos e nossas reservas não acabarão; haverá ‘bastante e de sobra’ (Doutrina e Convênios 104:17).”
— Bispo Keith B. McMullin, na época segundo conselheiro no Bispado Presidente, conferência geral de outubro de 2005, “Preparai-vos … Sede fortes de agora em diante”
Doutrina e Convênios 105
“Uma das razões que o Senhor deu para explicar por que os primeiros santos do Missouri falharam em estabelecer um lugar de Sião foi que eles ‘não [estavam] unidos segundo a união exigida pela lei do reino celestial’ (Doutrina e Convênios 105:4). ...
“A união com nossos irmãos e irmãs no corpo de Cristo cresce à medida que guardamos o segundo mandamento — intrinsecamente conectado ao primeiro — de amar ao próximo como a nós mesmos. E suponho que uma união ainda mais perfeita prevaleceria entre nós se seguíssemos a mais elevada e sagrada expressão do Salvador para este segundo mandamento — amar uns aos outros não apenas como amamos a nós mesmos, mas como Ele nos amou."
— Élder D. Todd Christofferson, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2023, “Um em Cristo”
“Nas revelações modernas, o Senhor se refere ao templo como uma casa a ser ‘construída para o meu nome’ (Doutrina e Convênios 105:33). ...
“O processo de tomar sobre nós o nome de Jesus Cristo, que teve início nas águas do batismo, continua e é ampliado na casa do Senhor. Ao entrarmos nas águas do batismo, visualizamos o templo. Ao tomarmos o sacramento, visualizamos o templo. Prometemos sempre nos lembrar do Salvador e guardar Seus mandamentos como preparação para participar das ordenanças sagradas do templo e receber as mais sublimes bênçãos, por meio do nome e pela autoridade do Senhor Jesus Cristo. Portanto, nas ordenanças do templo sagrado tomamos, mais completa e plenamente, o nome de Jesus Cristo sobre nós.”
— Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2009, “Ter honrosamente um nome e uma posição”


