O guia de estudo do “Vem, e Segue-Me” desta semana abrange Doutrina e Convênios 137-138, que inclui a visão de Presidente Joseph F. Smith sobre o mundo espiritual.
A seguir estão algumas citações de líderes do passado e atuais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, sobre estas seções de Doutrina e Convênios.
Doutrina e Convênios 137
“Não se trata apenas do que fazemos — nossas palavras e nossas ações —, mas também por qual razão fazemos o que Jesus Cristo nos pede — nossos desejos e motivações. Ele declarou: ‘Pois eu, o Senhor, julgarei todos os homens segundo suas obras, segundo o desejo de seu coração’ (Doutrina e Convênios 137:9). Nosso Pai Celestial deseja de Seus filhos mais do que atos mecânicos de obediência e serviço. Ele quer que façamos essas coisas com real intenção porque O amamos de todo o coração. Ele quer que desejemos nos tornar como Ele é.”
— Élder Ronald M. Barcellos, Setenta Autoridade Geral, conferência geral de outubro de 2025, “O Senhor olha para o coração”
“Para cada um de vocês que sente que está muito para trás na corrida da vida, nesta jornada da mortalidade, por favor, continue! Somente o Salvador pode julgar plenamente onde você deveria estar neste momento da corrida, e Ele é compassivo e justo. Ele é o Grande Juiz da corrida da vida e o único que entende plenamente o nível de dificuldade que você enfrenta ao correr, andar ou arrastar os pés. Ele levará em conta suas limitações, sua capacidade, suas experiências de vida e os fardos ocultos que você carrega, assim como os desejos de seu coração (ver Doutrina e Convênios 137:9). … Por favor, não perca a esperança. Por favor, continue! Por favor, permaneça conosco! Você tem um lugar entre nós! O Senhor precisa de você e nós precisamos de você!”
— Irmã J. Anette Dennis, primeira conselheira na presidência geral da Sociedade de Socorro, conferência geral de outubro de 2025, “Incentivar uns aos outros”
“Quando o profeta Joseph Smith estava preocupado com seu irmão Alvin, que havia morrido sem receber as ordenanças essenciais do evangelho, ele recebeu esta revelação reconfortante: ‘Todos os que morrerem daqui em diante sem conhecimento [do evangelho], que o teriam recebido de todo o coração, serão herdeiros [do reino celestial de Deus]’ (Doutrina e Convênios 137:8). O Senhor então acrescentou: ‘Pois eu, o Senhor, julgarei todos os homens segundo suas obras, segundo o desejo de seu coração’ (Doutrina e Convênios 137:9).”
“O que importa para o Senhor não é apenas se somos capazes, mas se estamos dispostos a fazer tudo o que pudermos para segui-Lo como nosso Salvador.”
— Élder Gérald Caussé, do Quórum dos Doze Apóstolos, na época Bispo Presidente, conferência geral de abril de 2025, “Bênçãos compensatórias”
“No Templo de Kirtland, o profeta Joseph Smith teve uma visão de seu irmão Alvin salvo no reino celestial. O profeta Joseph ficou maravilhado, pois Alvin havia morrido antes de receber a ordenança salvadora do batismo (ver Doutrina e Convênios 137:1–6). Para nosso consolo, o Senhor explicou o motivo: O Senhor ‘[julgará] todos [nós] segundo [nossas] obras, segundo o desejo de [nosso] coração’ (Doutrina e Convênios 137:9; ver também os versículos 7–8, 10). Nossa alma presta testemunho de nossas obras e de nossos desejos.”
— Élder Gerrit W. Gong, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2022, “Felizes e para sempre”
“O desejo denota um anseio ou uma aspiração real. Portanto, desejos honrados são muito mais do que preferências passivas ou sentimentos passageiros. Naturalmente, nossos genes, as circunstâncias que nos cercam e nosso ambiente contam muito e moldam-nos de maneira significativa. Contudo, dentro de nós existe uma zona onde somos soberanos, a menos que abdiquemos. Nessa zona se encontra a essência de nossa individualidade e de nossa responsabilidade pessoal.
“Assim, o que insistentemente desejamos no decorrer da vida é o que acabaremos nos tornando e o que receberemos na eternidade. ‘Pois eu [disse o Senhor] julgarei todos os homens segundo suas obras, segundo o desejo de seu coração’ (Doutrina e Convênios 137:9). … A fim de que se alcance esse resultado justo, o pálio da misericórdia de Deus se estende para incluir ‘todos os que morrerem daqui em diante sem conhecimento [do evangelho], que o teriam recebido de todo o coração, serão herdeiros desse reino;
“‘Pois eu, o Senhor, julgarei todos os homens segundo suas obras, segundo o desejo de seu coração’ (Doutrina e Convênios 137:8-9).”
— O falecido Élder Neal A. Maxwell, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 1996, “‘Segundo o desejo de [nossos] corações’”
Doutrina e Convênios 138

“Muitos membros da Igreja têm familiares queridos que não aceitam os valores e expectativas do evangelho. Esses familiares precisam de nosso amor e de nossa paciência. Ao se relacionarem uns com os outros, devemos lembrar que a perfeição que buscamos não se limita às circunstâncias estressantes da mortalidade. O grande ensinamento de Doutrina e Convênios 138:57–59 nos garante que o arrependimento e o crescimento espiritual podem continuar no mundo espiritual, após a mortalidade. E, mais importante, ao nos unirmos em família para nos fortalecermos mutuamente, devemos todos lembrar que os pecados e as falhas inevitáveis que vivenciamos na mortalidade podem ser perdoados por meio do arrependimento, graças à gloriosa e salvadora Expiação de Jesus Cristo.”
— Presidente Dallin H. Oaks, na época Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2025, “O evangelho de Jesus Cristo centralizado na família”
“O trabalho de salvação no mundo espiritual consiste em libertar os espíritos do que as escrituras frequentemente descrevem como ‘escravidão’. Todas as pessoas no mundo espiritual estão sob a mesma forma de escravidão. A grande revelação do presidente Joseph F. Smith, consagrada na seção 138 de Doutrina e Convênios, afirma que aqueles que morreram e foram justos, que estavam em um estado de ‘paz’ (Doutrina e Convênios 138:22) enquanto aguardavam a ressurreição (ver Doutrina e Convênios 138:16) ‘consideravam o longo tempo em que seu espírito estava ausente do corpo como uma escravidão’ (Doutrina e Convênios 138:50). …
“A escravidão do mundo espiritual que se aplica às almas justas e convertidas é a necessidade de aguardar — e talvez até mesmo de poder incitar — a realização de suas ordenanças vicárias na Terra para que elas sejam batizadas e desfrutem as bênçãos do Espírito Santo (ver Doutrina e Convênios 138:30–37, 57–58). Essas ordenanças vicárias da mortalidade também permitem que eles sigam adiante sob a autoridade do sacerdócio a fim de ampliar as hostes dos justos que podem pregar o evangelho aos espíritos em prisão.”
— Presidente Dallin H. Oaks, na época primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 2019, “Confia no Senhor”
“Em outubro de 1918, há cem anos, o presidente Joseph F. Smith teve uma gloriosa visão. Após 65 anos de serviço dedicado ao Senhor em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e, poucas semanas antes de sua morte em 19 de novembro de 1918, ele estava sentado em sua sala, ponderando sobre o sacrifício expiatório de Cristo e lendo a descrição do apóstolo Pedro a respeito do ministério do Salvador no mundo espiritual após Sua Crucificação.
“Ele registrou: ‘Ao ler, fiquei muito impressionado. … Enquanto refletia sobre essas coisas …, os olhos de meu entendimento foram abertos e o Espírito do Senhor repousou sobre mim e vi as hostes dos mortos’ (Doutrina e Convênios 138:6, 11). O texto completo da visão está registrado na seção 138 de Doutrina e Convênios.
“Durante sua vida, o presidente Smith perdeu o pai, a mãe, um irmão, duas irmãs, duas esposas e 13 filhos. Ele estava bem familiarizado com a tristeza e com a perda de entes queridos. …
“A revelação que ele recebeu no dia 3 de outubro consolou seu coração e proveu a resposta a muitas de suas perguntas. Nós também podemos ser consolados e aprender mais sobre nosso futuro, sobre o que acontecerá quando nossos entes queridos e nós morrermos e formos para o mundo espiritual, ao estudarmos essa revelação e ponderarmos seu significado no modo como vivemos nossa vida diariamente.
“Testifico que a visão que o presidente Joseph F. Smith teve é verdadeira. Presto testemunho de que cada pessoa pode lê-la e vir a saber que é verdadeira. Aqueles que não receberem esse conhecimento nesta vida certamente virão a saber de sua veracidade quando todos chegarem ao mundo espiritual. Lá, todos amarão e louvarão a Deus e ao Senhor Jesus Cristo pelo grandioso plano de salvação e pela bênção da prometida Ressurreição, quando corpo e espírito serão novamente reunidos para jamais se separarem novamente.”
— O falecido Presidente M. Russell Ballard, na época Presidente em Exercício do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2018, “A visão da redenção dos mortos”

“Após a ressurreição, o espírito nunca mais será separado do corpo porque a Ressurreição do Salvador trouxe uma vitória completa sobre a morte. Para obter nosso destino eterno, precisamos ter esta alma imortal — um corpo e um espírito unidos para sempre. Com espírito e corpo imortal inseparavelmente conectados, podemos ‘[receber] a plenitude da alegria’ (Doutrina e Convênios 138:17). De fato, sem a ressurreição jamais poderíamos receber a plenitude da alegria, mas seríamos miseráveis para sempre. Até mesmo as pessoas fiéis e justas veem a separação do seu corpo e do seu espírito como cativeiro. Somos libertados desse cativeiro por meio da ressurreição, que é a redenção das ligaduras ou cadeias da morte (ver Doutrina e Convênios 138:14–19). Não há salvação sem o corpo e o espírito unidos.”
Presidente Paul V. Johnson, presidente geral da Escola Dominical, na época Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 2016, “Não haverá mais morte”
“Os primeiros líderes da Igreja e os pioneiros do passado prosseguiram com coragem heroica e fidelidade inabalável a fim de estabelecer o evangelho restaurado e construir templos, onde as ordenanças de exaltação pudessem ser realizadas. Os pioneiros do presente, ou seja, vocês e eu, também prosseguimos com firmeza na fé, ‘a fim de [trabalhar na vinha do Senhor] para a salvação da alma dos homens’ (Doutrina e Convênios 138:56). … Estamos unidas a irmãs fiéis do passado, do presente e da nova geração no trabalho de salvação.”
— Irmã Carol F. McConkie, na época primeira conselheira na presidência geral das Moças, conferência geral de outubro de 2015, “Aqui para servir em uma causa justa”
“O terceiro auxílio para o aprendizado no sacerdócio advém da convicção que compartilhamos do motivo pelo qual o Senhor nos abençoa com Seu sacerdócio e confia que o portemos e o exerçamos, isto é, trabalharmos para a salvação dos homens. Essa convicção compartilhada proporciona união nos quóruns. Podemos começar a aprender a respeito disso no relato das escrituras sobre como os filhos espirituais foram preparados, antes de nascer, para esta grande honra de possuir o sacerdócio.
“Falando daqueles a quem foi confiada a grande responsabilidade no sacerdócio nesta vida, o Senhor disse: ‘Mesmo antes de nascerem, eles, com muitos outros, receberam suas primeiras lições no mundo dos espíritos e foram preparados para nascer no devido tempo do Senhor, a fim de trabalharem em sua vinha para a salvação da alma dos homens’ (Doutrina e Convênios 138:56).
“No sacerdócio, compartilhamos o sagrado dever de trabalhar pela alma dos homens. Precisamos fazer mais do que aprender que esse é nosso dever. Isso precisa penetrar profundamente nosso coração de modo que nem as muitas demandas de nossas atividades na flor da vida nem as provações que vêm com a idade nos desviem desse propósito.”
— Presidente Henry B. Eyring, primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de abril de 2011, “Aprendizado no Sacerdócio”
“Para mim, o Presidente Joseph F. Smith deixou o exemplo de como, ao ponderar, podemos convidar a luz de Deus. Está na seção 138 de Doutrina e Convênios. Ele estava lendo e estudando diversas escrituras, tentando compreender como os efeitos da Expiação do Salvador chegariam aos que haviam morrido sem ouvir Sua mensagem. Eis o seu relato de como a revelação lhe veio: ‘Enquanto refletia sobre essas coisas que estão escritas, os olhos de meu entendimento foram abertos e o Espírito do Senhor repousou sobre mim e vi as hostes dos mortos, tanto pequenos como grandes’ (Doutrina e Convênios 138:11).
“O arrependimento, a oração e a reflexão a respeito das escrituras são partes essenciais do processo de qualificar-nos para os dons do Espírito em nosso serviço no sacerdócio. Nossa capacidade de servir aumentará ainda mais se agirmos com fé e seguirmos com firmeza em nossos chamados, com o Espírito Santo para nos ajudar.”
— Presidente Henry B. Eyring, primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 2010, “Servir com Espírito”


