O guia de estudo do “Vem, e Segue-Me”, desta semana, abrange Doutrina e Convênios 129-132, que inclui princípios sobre bênçãos e obediência.
A seguir estão algumas citações de líderes do passado e atuais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias sobre estas seções de Doutrina e Convênios.
Doutrina e Convênios 129
“De uma revelação ao Profeta Joseph Smith, aprendemos que ‘No céu existem duas espécies de seres, a saber: Anjos, que são pessoas ressuscitadas e que têm um corpo de carne e ossos —
“‘Por exemplo, Jesus disse: Apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.
“‘Segundo: Os espíritos de homens justos tornados perfeitos, aqueles que não ressuscitaram, mas herdam a mesma glória’ (Doutrina e Convênios 129:1-3).
“Que a Ressurreição de Cristo foi verdadeiramente uma realidade, isso foi claramente demonstrado nesta dispensação na Primeira Visão de Joseph Smith. …”
“Sim, a mensagem da Páscoa é que Cristo está vivo hoje, que muitos santos ressuscitaram e que todos os homens desfrutarão de uma ressurreição literal do corpo terreno com o espírito.”
— O falecido Élder Franklin D. Richards, na época assistente do Conselho dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 1975, “A mensagem da Páscoa” [em inglês]
Doutrina e Convênios 130

“Joseph Smith compreendeu que Deus e Jesus Cristo o conheciam individualmente, que Se importavam com sua salvação eterna e que tinham uma missão para ele cumprir. Ele também aprendeu lições vitais sobre os atributos, o caráter e a perfeição da Trindade — e que o Pai e o Filho são Seres separados e distintos. Jesus Cristo é o Filho literal de Deus tanto no espírito quanto na carne.
“Joseph Smith declarou que o Pai Celestial e Jesus Cristo têm um corpo físico. Ele disse: ‘O Pai tem um corpo de carne e ossos tão tangível como o do homem; o Filho também; mas o Espírito Santo não tem um corpo de carne e ossos, mas é um personagem de Espírito’ (Doutrina e Convênios 130:22).”
— Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2025, “Os tempos da restauração de todas as coisas”
“Um princípio fundamental ensinado ao longo de todo o Livro de Mórmon é o de que, quando os filhos de Deus decidem ser obedientes e guardam seus convênios, eles recebem orientação e direção espiritual contínuas. O Senhor disse que, por nossa obediência e diligência, podemos adquirir conhecimento e inteligência (ver Doutrina e Convênios 130:18-19). As leis e mandamentos de Deus não visam a ser um obstáculo em nossa vida, mas um poderoso portal para a revelação pessoal e o aprendizado espiritual.”
— Irmã Tracy Y. Browning, segunda conselheira na presidência geral da Primária, conferência geral de outubro de 2024, “Buscar respostas para dúvidas espirituais
“Caros irmãos e irmãs, não é fácil reconhecer o amor do Pai Celestial quando olhamos a nosso redor com nossos olhos terrenos porque vemos primeiro as inconveniências, as perdas, os fardos e a solidão. Por outro lado, podemos ver as bênçãos futuras quando olhamos para cima. O Senhor revelou: ‘E quando recebemos uma bênção de Deus, é por obediência à lei na qual ela se baseia’ (Doutrina e Convênios 130:21). A todos que embarcam em qualquer parte do serviço de Deus, saibam que vocês são uma conexão sólida por meio da qual aqueles que já viveram e as próximas gerações receberão grandes bênçãos.”
— Élder Yoon Hwan Choi, Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 2017, “Não olhem a seu redor, olhem para cima!”
“Os mandamentos são instruções essenciais para ensinar, guiar e proteger-nos ao ‘[adquirirmos] experiência terrena’ (ver ‘A Família: Proclamação ao Mundo’).
“Na ‘esfera pré-mortal’, usamos nosso arbítrio para aceitar o plano de Deus e aprendemos que a obediência à lei eterna de Deus era essencial para o sucesso do plano. As escrituras ensinam: ‘Há uma lei, irrevogavelmente decretada no céu antes da fundação deste mundo, na qual todas as bênçãos se baseiam’ (Doutrina e Convênios 130:20). Se obedecermos à lei, receberemos as bênçãos.”
— Irmã Carole M. Stephens, na época primeira conselheira na presidência geral da Sociedade de Socorro, conferência geral de outubro de 2015, “Se me amais, guardais os meus mandamentos”

“Nesta época da Restauração da plenitude do evangelho, o Senhor nos revelou novamente as bênçãos que nos são prometidas por nossa obediência a Seus mandamentos.
“Em Doutrina e Convênios 130, lemos:
“‘Há uma lei, irrevogavelmente decretada no céu antes da fundação deste mundo, na qual todas as bênçãos se baseiam —
“‘E quando recebemos uma bênção de Deus, é por obediência à lei na qual ela se baseia’ (Doutrina e Convênios 130:20–21).
“Sem dúvida não poderia haver doutrina mais vigorosamente expressa nas escrituras do que os mandamentos imutáveis do Senhor e sua relação com nossa felicidade e bem-estar como indivíduos, família e sociedade. Existem princípios morais absolutos. A desobediência aos mandamentos do Senhor sempre nos privará de Suas bênçãos. Essas coisas não mudam.”
— O falecido Élder L. Tom Perry, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2013, “A obediência à lei é liberdade”
“Um dos conceitos mais importantes da religião revelada é o do convênio sagrado. Em termos legais, um convênio geralmente denota um acordo entre duas ou mais partes. Mas, no contexto religioso, um convênio é muito mais significativo. É uma promessa sagrada a Deus. Ele determina os termos. Cada pessoa pode decidir aceitar esses termos. Se a pessoa aceitar os termos do convênio e obedecer à lei de Deus, ela recebe as bênçãos associadas ao convênio. Sabemos que ‘quando recebemos uma bênção de Deus, é por obediência à lei na qual ela se baseia’ (Doutrina e Convênios 130:21).”
— O falecido Presidente Russell M. Nelson, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2011, “Convênios”
“Há leis tanto morais quanto físicas que foram ‘irrevogavelmente [decretadas] no céu antes da fundação deste mundo’ (Doutrina e Convênios 130:20) que não podem ser alteradas. A história mostra repetidas vezes que os padrões morais não podem ser mudados por meio de batalhas nem por votações. A legalização de algo fundamentalmente mau ou errado não evita o sofrimento e as penalidades que se seguirão tão seguramente quanto a noite segue o dia.”
— O falecido Presidente Boyd K. Packer, na época Presidente do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2010, “Limpar o vaso interior”
Doutrina e Convênios 131

“Por meio de Joseph Smith, o Senhor revelou:
“‘Na glória celestial há três céus ou graus;
“‘E para obter o mais elevado, um homem precisa entrar nesta ordem do sacerdócio [que significa o novo e eterno convênio do casamento];
“‘E se não o fizer, não poderá obtê-lo.
“‘Poderá entrar em outro, mas esse será o fim de seu reino; ele não poderá ter descendência’ (Doutrina e Convênios 131:1-4).
“Aprendemos aqui que uma pessoa pode estar no reino celestial, ou seja, habitar na presença de Deus, e ser solteira. Mas, para obter a exaltação no mais alto grau do reino celestial, precisamos ingressar no casamento realizado pela autoridade adequada e ser fiéis aos convênios feitos nesse casamento. Ao sermos fiéis a esses convênios, o Santo Espírito da promessa pode selar nosso convênio de casamento. Tais bênçãos assim seladas se tornam os ‘frutos que permanecem’.”
— Élder Matthew L. Carpenter, Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 2024, “Frutos que permanecem”
“A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é devidamente conhecida como uma igreja centralizada na família. Mas o que nem sempre se compreende bem é que nosso enfoque na família não se limita apenas aos relacionamentos mortais. Os relacionamentos eternos também são fundamentais para nossa teologia. ‘A família foi ordenada por Deus’ (ver ‘A Família: Proclamação ao Mundo’). Como parte do grande plano de nosso amoroso Criador, a missão de Sua Igreja restaurada é nos ajudar a alcançar a exaltação no reino celestial, e isso pode acontecer somente por meio do casamento eterno entre um homem e uma mulher (ver Doutrina e Convênios 131:1–3). Afirmamos que ‘o sexo (masculino ou feminino) é uma característica essencial da identidade e do propósito pré-mortal, mortal e eterno’ e ‘o casamento entre o homem e a mulher é essencial para Seu plano eterno’ (ver ‘A Família: Proclamação ao Mundo’).”
— Presidente Dallin H. Oaks, na época primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 2018, “A verdade e o plano”
“As maiores bênçãos da eternidade chegam a nós por meio do templo. O maior dom de Deus, a vida eterna, somente pode ser concedido ao homem e à mulher juntos. E toda pessoa digna algum dia receberá essa bênção. Em Doutrina e Convênios 131, lemos:
“‘Na glória celestial há três céus ou graus;
“E para obter o mais elevado, um homem precisa entrar nesta ordem do sacerdócio [que significa o novo e eterno convênio do casamento];
“‘E se não o fizer, não poderá obtê-lo.
“‘Poderá entrar em outro, mas esse será o fim de seu reino; ele não poderá ter descendência’ (Doutrina e Convênios 131:1-4).
“Vemos, portanto, que no casamento, marido e mulher entram em uma ordem do sacerdócio chamada de novo e eterno convênio do casamento. Ele inclui a disposição de ter filhos e de ensinar-lhes o evangelho. Muitos problemas ocorrem hoje no mundo quando os pais não aceitam as responsabilidades desse convênio. É uma contradição evitar o nascimento de filhos se os pais gozarem de boa saúde.”
— Élder J. Ballard Washburn, na época Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 1995, “O templo é um assunto de família”
Doutrina e Convênios 132

“O Senhor ensinou com clareza que apenas os homens e as mulheres que forem selados no templo como marido e mulher, e que guardarem seus convênios, viverão juntos pelas eternidades. Ele disse: ‘Todos os convênios, contratos, vínculos, compromissos, juramentos, votos, práticas, ligações, associações ou expectativas que não forem feitos nem acertados nem selados pelo Santo Espírito da promessa … têm fim quando os homens morrem’ (Doutrina e Convênios 132:7).”
“Assim, se escolhermos de modo insensato viver agora as leis telestiais, estamos escolhendo ressuscitar com um corpo telestial. Estamos escolhendo não viver para sempre com nossa família.”
— O falecido Presidente Russell M. Nelson, na época Presidente da Igreja, conferência geral de outubro de 2023, “Pensem celestial!”
“É surpreendente o que podemos aprender quando olhamos um pouco mais de perto para o plano de salvação e exaltação de nosso Pai Celestial, o plano de felicidade, para Seus filhos. Quando nos sentimos insignificantes, rejeitados e esquecidos, aprendemos que podemos ter a certeza de que Deus não nos esqueceu; na verdade, aprendemos que Ele oferece a todos os Seus filhos algo inimaginável: tornar-nos ‘herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo’ (Romanos 8:17).
“O que isso significa?
“Que viveremos para sempre, receberemos a plenitude da alegria, com o potencial de herdar ‘tronos, reinos, principados e poderes’ (Doutrina e Convênios 132:19).
“Saber que esse futuro magnífico e divino é possível — não por ser quem somos, mas por Deus ser quem Ele é — torna-nos mais humildes.
“Sabendo disso, como poderíamos murmurar ou ficar amargurados? Como poderíamos ficar olhando para o chão quando o Rei dos reis nos convida a decolar para um futuro inimaginável de felicidade divina?”
— Élder Dieter F. Uchtdorf, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2021, “Deus está entre nós”
“Nosso Pai Celestial ama todos os Seus filhos e deseja que eles saibam e entendam Seu plano de felicidade. Portanto, Ele chama profetas que foram ordenados com poder e autoridade para agir em nome de Deus para a salvação de Seus filhos. Eles são mensageiros da retidão, testemunhas de Jesus Cristo e do infinito poder de Sua Expiação. Eles têm as chaves do reino de Deus na Terra e autorizam a realização das ordenanças sagradas.
“Na verdadeira Igreja do Senhor, ‘nunca há mais que um, na Terra, ao mesmo tempo, a quem esse poder e as chaves desse sacerdócio são conferidas’ (Doutrina e Convênios 132:7). … [O profeta] revela a palavra do Senhor para guiar e orientar toda a Igreja.”
— Irmã Carol F. McConkie, na época primeira conselheira na presidência geral das Moças, conferência geral de outubro de 2014, “Viver de acordo com as palavras dos profetas”

