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Quando se trata de viver o evangelho, Élder Amos aconselha: ‘Não compliquem. Mantenham simples’

Durante o devocional da BYU-Havaí, Élder Amos encoraja os ouvintes a continuarem no processo de conversão, mantendo as ‘coisas pequenas e simples’

Disponível em:Inglês

Há mais de 35 anos, Élder John D. Amos, Setenta Autoridade Geral, era um “Navy Nuke” [Marinheiro Nuclear] ou marinheiro no programa de energia nuclear da Marinha dos EUA.

Um estereótipo frequentemente associado aos Navy Nukes, ou marinheiros nucleares, era o de que eles costumavam pensar demais em coisas simples ou complicar as coisas mais do que o necessário, explicou Élder Amos durante um devocional realizado na BYU-Havaí na terça-feira, 3 de fevereiro.

Então os outros marinheiros criaram um lema: “Não ‘Nuke’ tudo”. Ou, em outras palavras, “Parem de pensar demais em como um marinheiro nuclear faria. Não destrinchem tudo em seus mínimos detalhes”, relatou Élder Amos.

Com isso em mente, Élder Amos ofereceu um “conselho humilde” sobre como viver o evangelho de Jesus Cristo: “Não o ‘compliquem’ completamente. Mantenham-no simples.”

“Como diz em Alma 37:6: ‘Por meio de coisas pequenas e simples que as grandes são realizadas’”, disse ele.

Élder Amos foi acompanhado até o campus de Laie, no Havaí, para o devocional de terça-feira por sua esposa, a irmã Michelle Amos, que também discursou.

‘A descrição simples de Opelousas, Louisiana’

Élder Amos disse que a pequena cidade no sul da Louisiana onde ele cresceu, tem uma “cultura de simplicidade. Gostamos de descrições curtas e relevantes das coisas.”

Observando que a missão da BYU-Havaí [em inglês] é desenvolver discípulos de Jesus Cristo por toda a vida, Élder Amos disse que apreciou a primeira frase da definição de “discípulo” no “Guia de Estudo das Escrituras” que, segundo ele, oferece “a descrição simples de Opelousas, Louisiana”.

O “Guia de Estudo das Escrituras” afirma que um discípulo é “um seguidor de Jesus Cristo, que vive conforme os ensinamentos do Salvador.”

Em Doutrina e Convênios 41:5, o Senhor diz: “Aquele que recebe a minha lei e a pratica é meu discípulo; e aquele que diz que a recebe e não a pratica, esse não é meu discípulo e será expulso de vosso meio.”

Elder John D. Amos, um Setenta Autoridade Geral, conversa com alunos após o devocional da BYU–Hawaii realizado no Cannon Activities Center em Laie, Havaí, em 3 de fevereiro de 2026.
Élder John D. Amos, Setenta Autoridade Geral, conversa com alunos após o devocional da BYU-Havaí, realizado no Cannon Activities Center em Laie, Havaí, em 3 de fevereiro de 2026. | Monique Saenz, BYU–Hawaii

Élder Amos disse: “Portanto, creio que está bastante claro que, ser um discípulo, exige que sejamos, tanto seguidores que conhecem a Sua lei, quanto praticantes que vivem de acordo com a Sua lei.”

Ele ainda observou que a obra e a glória de Deus consistem em ajudar Seus filhos a receberem a vida eterna (ver Moisés 1:39), mas que, para receberem a vida eterna, os indivíduos devem se tornar discípulos de Jesus Cristo.

“Para nos tornarmos discípulos de Jesus Cristo, precisamos passar pelo processo de conversão. Esse processo é contínuo, e é por isso que é importante sermos discípulos de Jesus Cristo por toda a vida”, disse Élder Amos.

Elder John D. Amos fala durante o devocional da BYU–Hawaii realizado no Cannon Activities Center em Laie, Hawaii, na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026.
Élder John D. Amos, Setenta Autoridade Geral, discursa durante um devocional da BYU-Havaí realizado no Centro de Atividades Cannon em Laie, Havaí, na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. | Monique Saenz, BYU–Hawaii

Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, ensinou: “O conhecimento de que o evangelho é verdadeiro é a essência de um testemunho. A constante fidelidade ao evangelho é a essência da conversão. Devemos saber que o evangelho é verdadeiro e ser leais ao evangelho” (“Convertidos ao Senhor”, conferência geral de outubro de 2012).

A conversão é adquirida linha sobre linha, preceito sobre preceito, com paciência e persistência, disse Élder Amos. “Para continuarem o processo de conversão e serem discípulos de Jesus Cristo por toda a vida, pratiquem coisas pequenas e simples, como o arrependimento diário, oração, jejum, estudo das escrituras, participação semanal no sacramento e adoração regular na casa do Senhor.”

Ele então enfatizou: “Vamos simplesmente guardar os Seus mandamentos e os convênios que fizemos com Ele.”

O poder do Livro de Mórmon

Em seu discurso, a irmã Amos compartilhou sobre sua infância em uma fazenda em Baton Rouge, Louisiana. Quando tinha 12 anos, a irmã Amos foi apresentada à Igreja por sua tia e, em 1979, ela e seus nove irmãos mais velhos foram batizados como membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Seu pai, no entanto, era diácono batista e tinha dificuldade em aceitar o Livro de Mórmon como a palavra de Deus. “Ele nasceu batista e disse que morreria batista”, relatou a irmã Amos, enquanto sua mãe disse: “Vou esperar pelo seu pai.”

Irmã Michelle Amos, esposa de Elder John D. Amos, discursa durante o devocional da BYU–Hawaii realizado no Cannon Activities Center em Laie, Hawaii, na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026.
A irmã Michelle Amos, esposa de Élder John D. Amos, discursa durante um devocional da BYU-Havaí realizado no Cannon Activities Center em Laie, Havaí, na terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. | Monique Saenz, BYU–Hawaii

No entanto, “À medida que meu pai continuou a orar e a estudar o Livro de Mórmon, o poder de Deus o fortaleceu para superar as tradições familiares e outros desafios pessoais que o impediam de aceitar o evangelho restaurado”, disse a irmã Amos.

Ele foi batizado como membro da Igreja em 31 de maio de 1979. Ele e sua esposa foram selados no Templo de Mesa Arizona [em inglês] em 7 de junho de 1983.

“Hoje, testifico da veracidade e do poder do Livro de Mórmon”, disse a irmã Amos. “As palavras de Deus contidas neste livro ajudaram meu pai a mudar de diácono batista a portador do Sacerdócio de Melquisedeque. Isso transformou minha família e minha vida pessoal para sempre.”

A irmã Michelle Amos tira uma foto com alunos após o devocional da BYU–Hawaii realizado no Cannon Activities Center em Laie, Hawaii, em 3 de fevereiro de 2026.
A irmã Michelle Amos posa para uma foto com estudantes após um devocional da BYU-Havaí realizado no Cannon Activities Center em Laie, Havaí, em 3 de fevereiro de 2026. | Monique Saenz, BYU–Hawaii
Estudantes ouvem um devocional da BYU–Hawaii no Cannon Activities Center de Laie, Hawaii, em 3 de fevereiro de 2026.
Estudantes ouvem um devocional da BYU-Havaí com Élder John D. Amos, Setenta Autoridade Geral, no Cannon Activities Center de Laie, Havaí, em 3 de fevereiro de 2026. | Monique Saenz, BYU–Hawaii
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