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‘Vem, e Segue-Me’ de 20 a 26 de abril: O que líderes da Igreja disseram sobre Êxodo 19-20, 24, 31-34?

O guia de estudo desta semana inclui os Dez Mandamentos

Disponível em:Inglês

O guia de estudo do “Vem, e Segue-Me” desta semana abrange Êxodo 19-20, 24 e 31-34, que inclui os Dez Mandamentos.

A seguir estão algumas citações de líderes de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, tanto do passado quanto do presente, sobre estes capítulos das escrituras.

‘Não terás outros deuses diante de mim’

“Os Dez Mandamentos são fundamentais para as religiões cristã e judaica. Tendo sido dados por Deus aos filhos de Israel por intermédio do profeta Moisés, os dois primeiros desses mandamentos regem nossa adoração e nossas prioridades. No primeiro, o Senhor ordenou: ‘Não terás outros deuses diante de mim’ (Êxodo 20:3). …

“O segundo dos Dez Mandamentos expressa a ordem de não termos outros deuses e identifica qual deve ser a maior prioridade em nossa vida como Seus filhos. ‘Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há no céu ou na Terra’ (Êxodo 20:4). O mandamento depois acrescenta: ‘Não te encurvarás a elas nem as servirás’ (Êxodo 20:5). Mais do que simplesmente proibir os ídolos físicos, ele declara uma prioridade fundamental para todos os tempos. Jeová explica: ‘Porque eu, o Senhor teu Deus, que … faço misericórdia [aos] … que me amam e aos que guardam os meus mandamentos’ (Êxodo 20:5–6). O significado de zeloso é muito esclarecedor. Em sua origem hebraica, significa ‘ter sentimentos profundos e delicados’ (Êxodo 20:5; nota de rodapé b). Assim, ofendemos a Deus quando ‘servimos’ a outros deuses, quando temos outras prioridades em primeiro lugar.”

— Presidente Dallin H. Oaks, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2013, “Não terás outros deuses

“Apesar de admirarmos e respeitarmos muitos homens e mulheres talentosos e notáveis por suas habilidades e contribuições, o grau com que são reverenciados, se levado ao excesso, pode ser equivalente aos filhos de Israel adorando o bezerro de ouro no deserto do Sinai. …

“Para os filhos de Israel, o problema não foi o ouro que levaram com eles na viagem à terra prometida, mas o que permitiram que o ouro se tornasse — um ídolo, que então se transformou em objeto de adoração, tirando sua atenção de Jeová, que dividiu o Mar Vermelho e os livrou da escravidão. O foco deles no bezerro afetou sua capacidade de adorar o verdadeiro Deus (ver Êxodo 32).

“O herói — nosso herói, hoje e sempre — é Jesus Cristo e qualquer coisa ou pessoa que nos distraia de Seus ensinamentos, conforme encontrados nas escrituras e nas palavras dos profetas vivos, pode afetar negativamente nosso progresso no caminho do convênio.”

— Bispo W. Christopher Waddell, na época primeiro conselheiro no Bispado Presidente, conferência geral de outubro de 2023, “Mais do que um herói

“Lembrem-se de que, quando Moisés desceu do Monte Sinai, após sua experiência singular, descobriu que o povo ‘se corrompeu’ e que ‘se desviou depressa’ (Êxodo 32:7, 8). Estando eles no sopé da montanha, rapidamente construíram um bezerro de ouro para o adorar na mesma hora em que Jeová, no topo do monte, havia dito a Moisés, ‘Não terás outros deuses diante de mim’ e ‘Não farás para ti imagem de escultura’ (Êxodo 20:3-4). Naquele dia, Moisés não ficou feliz com seu rebanho de israelitas viajantes. …

“Compreendendo que todos precisamos descer das experiências celestes para tratar das vicissitudes da vida diária, gostaria de oferecer uma palavra de incentivo. … Com o dom da Expiação de Jesus Cristo e com a força celestial para nos ajudar, podemos desenvolver-nos, e o mais importante em relação ao evangelho é que recebemos crédito pelo nosso esforço mesmo quando não somos bem-sucedidos.”

— O falecido Presidente Jeffrey R. Holland, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2016, “Amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós

‘Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão’

Uma ilustração de Moisés segurando os Dez Mandamentos de Sam Lawlor.
Uma ilustração de Moisés segurando os Dez Mandamentos, por Sam Lawlor. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

“No batismo e quando tomamos o sacramento, testificamos que estamos dispostos a tomar sobre nós o nome de Jesus Cristo. Nesse contexto, vamos nos lembrar do seguinte mandamento do Velho Testamento: ‘Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão’ (Êxodo 20:7). Em nossos dias, isso parece uma proibição contra o uso irreverente do nome do Senhor. O mandamento inclui essa proibição, mas sua diretriz é ainda mais profunda. A palavra hebraica traduzida como ‘tomar’ significa ‘elevar’ ou ‘carregar’, como faria a pessoa que porta uma bandeira associada a uma pessoa ou grupo. A palavra traduzida como ‘vão’ significa ‘vazio’ ou ‘enganoso’. O mandamento de não tomar o nome do Senhor em vão pode, portanto, significar: ‘Você não deve se identificar como discípulo de Jesus Cristo a menos que tenha a intenção de representá-Lo bem.’”

— Élder Dale G. Renlund, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2023, “Acessar o poder de Deus por meio dos convênios

‘Lembra-te do dia de sábado, para o santificar’

“Em hebraico, a palavra Sábado significa ‘descanso’. O propósito do Dia do Senhor remonta à Criação do mundo, quando, após seis dias de trabalho, o Senhor descansou da obra da Criação. Quando posteriormente revelou os Dez Mandamentos a Moisés, Deus ordenou: ‘Lembra-te do dia do sábado, para o santificar’ (Êxodo 20:8). Mais tarde, o Dia do Senhor foi cumprido como lembrete da libertação de Israel do cativeiro no Egito. Talvez o mais importante foi que o Dia do Senhor foi dado como um convênio perpétuo, um constante lembrete de que o Senhor pode santificar Seu povo (ver Êxodo 31:13, 16).

“O Salvador identificou-Se como o Senhor do Seu dia. Esse é o dia Dele! Por diversas vezes, Ele pediu-nos que guardássemos o Dia do Senhor (ver Êxodo 31:13) ou que o santificássemos. Estamos sob o convênio de fazer isso.

“Até que ponto santificamos o Dia do Senhor? Quando eu era bem mais jovem, estudei o trabalho de outros que tinham compilado listas de coisas para fazer e coisas para não fazer no Dia do Senhor. Foi só mais tarde que aprendi nas escrituras que minha conduta e minha atitude no Dia do Senhor constituíam um sinal entre mim e meu Pai Celestial (ver Êxodo 31:13). Com esse entendimento, não precisei mais de listas do que fazer ou evitar. Quando tinha que tomar a decisão sobre uma atividade ser ou não adequada para o Dia do Senhor, simplesmente me perguntava: ‘Que sinal quero dar a Deus?’ Essa pergunta fez com que minhas escolhas para o Dia do Senhor ficassem bem claras.”

— O falecido Presidente Russell M. Nelson, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2015, “O Dia do Senhor é deleitoso

‘Honra teu pai e tua mãe’

“Há milhares de anos… o Senhor, Deus de Israel, deu dez mandamentos a seu povo. O quinto mandamento, transmitido por meio do Profeta Moisés, foi:

“‘Honra a teu pai e a tua mãe, para que os teus dias se prolonguem na terra que o Senhor teu Deus te dá’ (Êxodo 20:12). ...

“O mandamento de honrar os pais está presente em todos os aspectos do evangelho. Ele é inerente à nossa relação com Deus, o Pai. Abarca o destino divino dos filhos de Deus. Esse mandamento se refere ao governo da família, que é pautado pelo governo dos céus.

“O mandamento de honrarmos nossos pais faz eco ao sagrado espírito das relações familiares nas quais — na melhor das hipóteses — temos sublimes demonstrações de amor e zelo celestial uns pelos outros. Sentimos a importância desse relacionamento, quando compreendemos que nossas maiores alegrias ou dores, na mortalidade, provêm dos membros de nossa família.”

— Presidente Dallin H. Oaks, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 1991, “‘Honra teu pai e tua mãe’”

‘Não matarás’

\"Worship of the Calf\" é de W. C. Simmonds.
"Worship of the Calf" [Adoração do bezerro], por W. C. Simmonds. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

“Ao esforçar-nos por ser obedientes no mundo atual, declaramos nosso amor e nosso respeito por todos os filhos do Pai Celestial. Contudo, é impossível esse amor ao próximo modificar os mandamentos de Deus, que nos foram dados para o nosso bem! Por exemplo: o mandamento ‘[não] matarás nem farás coisa alguma semelhante’ (Doutrina e Convênios 59:6; ver também Êxodo 20:13) se baseia na lei espiritual que protege todos os filhos de Deus, até os que não nasceram. A longa experiência mostra que, quando ignoramos essa lei, o resultado é um sofrimento imenso. Contudo, muitos acreditam que é aceitável dar fim à vida de uma criança que ainda não nasceu por motivos de preferência ou conveniência.”

— O falecido Élder Robert D. Hales, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2014, “‘Se me amais, guardai os meus mandamentos’

‘Não adulterarás’

“Vivemos em um mundo de racionalização, debates, argumentos, lógica e explicações. Questionar o ‘porquê’ é algo positivo em muitos aspectos de nossa vida e permite que o poder de nosso intelecto nos oriente em uma infinidade de escolhas e decisões que tomamos a cada dia.

“Mas a voz do Senhor frequentemente vem sem explicação. Muito tempo antes de acadêmicos estudarem o impacto que a infidelidade tem nos cônjuges e nos filhos que confiam em um relacionamento fiel, o Senhor declarou: ‘Não adulterarás’ (Êxodo 20:14). Não confiamos apenas no intelecto, entesouramos o dom do Espírito Santo.”

— Élder Neil L. Andersen, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2018, “O profeta de Deus

‘Não furtarás’

“‘Não furtarás’ (Êxodo 20:15). Ensinem seus filhos a ser honestos e a respeitar aquilo que pertence a outros, particularmente o que pertence a nosso Pai Celestial. Ensinem-nos, pelo exemplo, a pagar o dízimo integral e a dar ofertas generosas. Sendo honestos em suas ações, ficarão cheios do Espírito e poder de Deus. Ensinem-lhes a alegria de dar e partilhar.”

— Élder Lynn A. Mickelsen, na época Setenta Autoridade Geral, conferência geral de outubro de 1995, “As leis eternas da felicidade

‘Não dirás falso testemunho’

“As declarações de amor em público, quando não há gestos de amor praticados no lar, são hipocrisia e enfraquecem o alicerce de um grande trabalho. Prestar publicamente um testemunho, quando não há fidelidade e obediência em nosso lar é hipocrisia e enfraquece o alicerce de um grande trabalho. O mandamento ‘não dirás falso testemunho’ (Êxodo 20:16) se aplica mais diretamente ao hipócrita que pode existir em cada um de nós. Precisamos ser e tornar-nos mais constantes.”

— Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2009, “Mais diligentes e interessados em casa

‘Não cobiçarás’

“Para sermos provedores prudentes, devemos guardar aquele mandamento mais básico: ‘Não cobiçarás’ (Êxodo 20:17). Nosso mundo é cheio de sentimentos de cobiça. Alguns de nós se sentem constrangidos, envergonhados e até desvalorizados, se nossa família não possuir tudo que nossos vizinhos possuem. Como resultado, fazemos dívidas para comprar coisas que não podemos — e coisas de que realmente não precisamos. Sempre que fazemos isso, tornamo-nos pobres tanto temporal como espiritualmente. Deixamos de lado parte de nosso precioso e inestimável arbítrio e nos sujeitamos a uma servidão autoimposta. O dinheiro que poderíamos ter gasto para cuidar de nós mesmos e de outros precisa agora ser usado para pagar dívidas. O que resta quase sempre é apenas o suficiente para satisfazer nossas necessidades físicas mais básicas. Ao viver em um nível de subsistência, tornamo-nos deprimidos, nossa autoestima fica afetada e nosso relacionamento com a família, com os amigos, com os vizinhos e com o Senhor fica enfraquecido. Não temos o tempo, a energia nem o interesse de buscar as coisas espirituais.”

— O falecido Élder Robert D. Hales, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2009, “Tornar-se provedores providentes temporal e espiritualmente

‘Um tesouro peculiar’

Elder Alan R. Walker, Setenta Autoridade Geral, discursa durante a sessão da manhã de domingo da 196ª Conferência Geral Anual de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no Centro de Conferências de Salt Lake City em 5 de abril de 2026.
Élder Alan R. Walker, Setenta Autoridade Geral, discursa durante a sessão da manhã de domingo da 196ª Conferência Geral Anual de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, realizada no Centro de Conferências de Salt Lake City em 5 de abril de 2026. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

“Ao estudarmos as escrituras, deparamo-nos com a palavra tesouro dezenas de vezes — na maioria das vezes como um aviso para não voltarmos o coração para as riquezas ou as coisas passageiras do mundo. No entanto, entre todas essas advertências sobre tesouros terrenos, há uma passagem que revela algo surpreendente: o próprio Senhor nos chama de Seu tesouro. Falo do momento em que o Senhor falou ao profeta Moisés no Monte Sinai e declarou que Seu povo seria um tesouro peculiar para Ele, se obedecessem à Sua voz e guardassem Seu convênio (ver Êxodo 19:5). ……“Em Seu benevolente ensinamento a Moisés, o Senhor estabeleceu um padrão que se aplica, não apenas aos antigos filhos de Israel, mas a todos os que desejam se tornar Seu tesouro — o povo do convênio do Senhor. Esse padrão inclui duas condições simples, mas poderosas: obedecer à Sua voz e guardar os convênios que fizemos com Ele (ver Êxodo 19:5). Então seremos um tesouro peculiar, ou especial; e, como tal, seremos abençoados, fortalecidos e favorecidos por meio do sacrifício expiatório do Salvador.”

— Élder Alan R. Walker, Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 2026, “Um tesouro peculiar

‘Te conheço por nome’

Élder Clement M. Matswagothata, Setenta Autoridade Geral, discursa durante a sessão da tarde de de sábado da 196ª Conferência Geral Anual de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, realizada no Centro de Conferências de Salt Lake City, em 4 de abril de 2026. | Isaac Hale, Deseret News

“Assim como Jesus Cristo nos convida a sempre nos lembrarmos Dele e tomarmos sobre nós o Seu nome, Ele também se lembra de nós e conhece cada um de nós pelo nome.

“No Velho Testamento, o Senhor ensinou a Moisés esta verdade reconfortante: ‘E te conheço por nome’ (Êxodo 33:17). …

“E Ele conhece vocês e os chama pelo nome também — estejam em cidades grandes ou pequenos vilarejos, independentemente do idioma que vocês falem. Ele ouve, vê e conhece vocês.”

— Élder Clement M. Matswagothata, Setenta Autoridade Geral, conferência geral de abril de 2026, “Ele conhece vocês pelo nome

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