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15 vezes que líderes da Igreja citaram a literatura clássica na conferência geral

Em homenagem ao Dia Mundial do Livro em 23 de abril, leia trechos de Shakespeare, Jane Austen e outros que ensinam princípios do evangelho

Disponível em:Inglês

Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias há muito prezam a instrução encontrada em Doutrina e Convênios 88:118, que diz em parte: “Nos melhores livros buscai palavras de sabedoria.”

Presidente Dallin H. Oaks reafirmou o valor dos bons livros durante a conferência geral de outubro de 2007, quando disse: “Claro que é bom participar de diversões saudáveis ou obter informações interessantes; mas nem todas as coisas dessa natureza merecem a porção da nossa vida que lhes dedicamos. Algumas são melhores, e outras, melhores ainda. Quando o Senhor nos mandou buscar conhecimento, exortou-nos: ‘Nos melhores livros buscai palavras de sabedoria.’”

Em homenagem ao Dia Mundial do Livro, celebrado em 23 de abril, aqui estão 15 ocasiões em que líderes da Igreja citaram obras clássicas da literatura durante a conferência geral.

Jane Austen

Emma Corrin, no papel de Elizabeth Bennet, na adaptação da Netflix de "Orgulho e preconceito", de Jane Austen. | Emma McIntyre, Netflix

“Existe um certo egoísmo até mesmo nas pessoas boas. A personagem de Jane Austen, Elizabeth, refletiu: ‘Fui um ser egoísta durante toda a minha vida, na prática, embora não em princípio’ (Jane Austen, ‘Orgulho e Preconceito’). O indivíduo egoísta tem paixão pelo pronome eu.”

— O falecido Élder Neal A. Maxwell, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 1990, “Despi-vos do homem natural

Charlotte Brontë

Kenna Lynn Smith no papel de Jane Eyre, na produção do Hale Center Theater Orem de "Jane Eyre." | Suzy Oliveira, Suzy O Photography

“Um de meus livros favoritos da literatura inglesa é Jane Eyre, escrito por Charlotte Brontë e publicado em 1847. A personagem principal, Jane Eyre, é uma pobre órfã adolescente que é um exemplo do que significa ‘ser verdadeira’. Nesse relato fictício, um homem, o senhor Rochester, ama a senhorita Eyre, mas não pode casar-se com ela. Em vez disso, ele pede à senhorita Eyre que more com ele, sem o benefício do casamento. A senhorita Eyre também ama o senhor Rochester e, por um momento, sente-se tentada, perguntando a si mesma: ‘Quem neste mundo se importa com você? Ou quem será prejudicado pelo que você fizer?’

“Rapidamente, a consciência de Jane responde: ‘Eu me preocupo comigo. Quanto mais solitária, quanto mais sem amigos, quanto menos apoio eu tiver, mais respeito terei por mim mesma. Vou cumprir a lei dada por Deus; … As leis e os princípios não são para os momentos em que não há tentação: são para momentos como esse. … Se para minha conveniência eu os violar, de que valeriam? Eles têm valor. Sempre acreditei nisso. … As opiniões que formei, as decisões que tomei, isso é tudo que tenho neste instante para me firmar: essa é minha base de apoio.’

“Em um momento desesperador de tentação, Jane Eyre foi verdadeira e fiel a suas crenças, confiou na lei dada por Deus e ‘firmou-se’, resistindo à tentação.”

— Irmã Ann M. Dibb, na época segunda conselheira na presidência geral das Moças, conferência geral de abril de 2011, “Creio em ser honesta e verdadeira

Lewis Carroll

Alice, na versão de 1951 de Walt Disney de "Alice no País das Maravilhas." | Walt Disney Productions

“Muitos de vocês conhecem o clássico romance ‘Alice no País das Maravilhas’, de Lewis Carroll. Vocês devem lembrar-se de que ela chegou a uma encruzilhada, tendo dois caminhos a sua frente, cada qual se estendendo em direção oposta. Ao pensar sobre qual caminho deveria seguir, ela se deparou com o Gato Risonho e perguntou a ele: ‘Que caminho devo seguir?’

“O gato respondeu: ‘Depende do lugar para onde quer ir. Se não sabe para onde quer ir, pouco importa o caminho que vai tomar.’

“Ao contrário de Alice, sabemos para onde queremos ir, e o caminho que vamos tomar realmente importa, pois o caminho que tomamos nesta vida nos leva ao nosso destino na vida futura.”

— O falecido Presidente Thomas S. Monson, na época Presidente da Igreja, conferência geral de abril de 2016, “Escolhas

Charles Dickens

Uma fotografia do escritor Charles Dickens. | Library of Congress

“Charles Dickens começou seu romance clássico ‘Um Conto de Duas Cidades’ com a famosa afirmação: ‘Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos’. De certo modo, isso é verdade em nossos dias.

“Vivemos numa época turbulenta em que ‘toda a Terra [está] em comoção’ (Doutrina e Convênios 45:26). A admoestação de Presidente Russell M. Nelson para que sejamos pacificadores, como seguidores de Jesus Cristo … é uma parte essencial ao fomentarmos a união, a paz e a cura para ‘o pior dos tempos.’

“Nós também vivemos no ‘melhor dos tempos’. … O Senhor está realmente acelerando Sua obra em nossa época. Devemos ser profundamente gratos pela aceleração que já ocorreu e continua ocorrendo apesar destes tempos desafiadores. Vivemos numa época em que os seguidores do Senhor têm o privilégio de ouvir Sua voz e responder com o coração e a mente abertos. Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias comprometidos com o Salvador e Seus mandamentos encontram propósito e profunda paz pessoal.”

— Élder Quentin L. Cook, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2025, “O Senhor está acelerando Sua obra

“Há muito tempo, o renomado escritor Charles Dickens escreveu a respeito das oportunidades que nos aguardam. Em sua obra clássica intitulada ‘Grandes Esperanças’, Dickens descreve um rapaz chamado Philip Pirrip, mais conhecido como ‘Pip’. Pip nasceu em circunstâncias incomuns. Ele é órfão. Desejava de todo o coração ter estudos e ser um cavalheiro. Mas todas as suas ambições e esperanças pareciam destinadas ao fracasso. Será que vocês, rapazes, às vezes se sentem assim? Será que alguns dos mais idosos também têm esse mesmo tipo de pensamento?

“Então, certo dia, um advogado de Londres chamado Jaggers procurou o pequeno Pip e disse que um benfeitor desconhecido lhe deixara uma fortuna. O advogado colocou os braços em torno dos ombros de Pip e disse: ‘Meu rapaz, grandes coisas o aguardam.’

“Nesta noite, ao olhar para vocês, rapazes, e dar-me conta de quem vocês são e o que podem vir a ser, declaro: ‘Grandes coisas os aguardam’. Não como resultado do legado de um benfeitor desconhecido, mas de um Benfeitor conhecido, sim, o nosso Pai Celestial, e espera-se grandes coisas de vocês.”

— O falecido Presidente Thomas S. Monson, na época primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de abril de 2004, “Convite à coragem

“Por que a história Conto de Natal é tão popular? Por que é sempre atual? Sinto pessoalmente que ela é inspirada por Deus. Ela traz à tona o que há de melhor na natureza humana. Traz esperança. Motiva as pessoas para que mudem. Podemo-nos desviar dos caminhos que nos levam para o fundo e, com uma canção no coração, seguir uma estrela e caminhar rumo à luz. Podemos apressar nosso passo, reforçar nossa coragem e aquecer-nos ao sol da verdade. Podemos ouvir mais claramente o riso das criancinhas e secar a lágrima do que chora. Podemos consolar o moribundo compartilhando com ele a promessa da vida eterna. Se erguermos as mãos que pendem, se levarmos a paz a uma alma atormentada, se dermos de nós assim como fez o Mestre, poderemos — ao indicar o caminho — nos tornar uma estrela guia para o navegador perdido.”

— O falecido Presidente Thomas S. Monson, na época primeiro conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 2001, “Agora é o tempo

C.S. Lewis

Aslan em "As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa." | Phil Bray, ©Disney , Enterprises and Walden Media, 20th Century Fox

“Quando nossas duas filhas mais velhas, Mackenzie e Emma, eram pequenas, uma das histórias favoritas delas era ‘As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa’. Todos nós nos apaixonamos pelo leão, Aslam. Uma das noites mais memoráveis em que lemos o livro foi quando o grande leão deu a vida por Edmundo. Memorável porque pais e filhas choraram quando a vida do leão foi tirada na mesa de pedra pela Feiticeira. Memorável porque a esperança persistiu apesar da tragédia, até que o espetacular aconteceu. Gritos de alegria ecoaram naquele pequeno quarto quando Aslam ressuscitou e disse: ‘Se [a feiticeira soubesse o verdadeiro significado do sacrifício], … ela [saberia] que, [se] uma vítima voluntária, inocente de traição, [fosse executada] no lugar de um traidor, a mesa de [pedra] racharia e a própria morte [começaria a ser desfeita]’

“Jesus Cristo cura todas as feridas. Jesus Cristo torna possível vivermos novamente.”

— Élder Jeremy R. Jaggi, Setenta Autoridade Geral, conferência geral de outubro de 2025, “De joelhos no altar

“Muitos acham que, para ser significativo, o serviço deve envolver planos sofisticados e a formação de comitês. Embora projetos elaborados muitas vezes sejam úteis, boa parte do serviço necessário no mundo atual encontra-se em nosso círculo cotidiano. Não raro, achamos oportunidades assim em nosso próprio lar, bairro e ala.

“O seguinte conselho dado pelo ardiloso Fitafuso a seu sobrinho Vermebile no livro de C.S. Lewis ‘Cartas de um Diabo a Seu Aprendiz’ descreve um mal comum que aflige muitos de nós hoje: ‘A despeito do que você faça, sempre haverá um pouco de bondade e um pouco de maldade na alma do seu alvo. O ideal é fazê-lo canalizar essa malevolência para os mais próximos, que ele vê todos os dias, e a benignidade para os mais distantes e desconhecidos. Assim a maldade se torna bem real e a bondade, amplamente imaginária.’”

— Élder Michael J. Teh, na época Setenta Autoridade Geral, conferência geral de outubro de 2007, “De pequenas coisas

William Shakespeare

Retrato de William Shakespeare. | AP

“As famosas palavras de William Shakespeare afirmam que as oportunidades perdidas determinam nosso futuro:

“‘Há uma maré nos assuntos dos homens.

“‘Que, aproveitada na enchente, conduz à fortuna;

“‘Omitida, toda a viagem da vida

“‘Acaba presa em águas rasas e miséria’ (William Shakespeare, ‘Júlio César’, ato 4, cena 3, linhas 249-52).

“As escolhas têm consequências, mas sabemos pelo evangelho de Jesus Cristo que quando nos distanciamos espiritualmente, o Salvador ainda nos permite mudar.”

— Élder Clark G. Gilbert, do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de abril de 2026, “Ao lar voltai

“Certamente cada um de nós poderia mencionar uma gigantesca lista de cicatrizes, tristezas e memórias dolorosas que neste exato momento ainda corroem a paz no coração, na família ou na vizinhança de alguém. Tenhamos nós sido a causa desse sofrimento ou o alvo dele, essas feridas precisam ser curadas para que a vida seja tão recompensadora quanto Deus deseja que ela seja. Semelhante à comida que seus netos cuidadosamente verificam para vocês em sua geladeira, a data de validade desses ressentimentos antigos já passou há muito tempo. Não abram um precioso espaço em sua alma para esses ressentimentos. Conforme disse Próspero ao arrependido Alonso na obra A Tempestade, ‘não nos dobremos sob o peso do fardo das lembranças do que já se passou’ (William Shakespeare, ‘A Tempestade’, ato 5, cena 1, linhas 199-200).”

— O falecido Presidente Jeffrey R. Holland, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2018, “O ministério da reconciliação

“Embora a independência política, a liberdade econômica e a livre escolha de um agente possam contribuir para a liberdade da alma, elas não a garantem. …

“O Cardeal Wolsey aprendeu, para pesar seu, quão pouco a independência e mesmo o poder político contribuem para a genuína liberdade. Conforme sabem, ele dedicou sua vida ao serviço de três soberanos ingleses, usufruindo o tempo todo de grande liberdade e poder político. Entretanto, acabou sendo despojado de toda essa grandeza por um monarca impaciente. Contemplando desiludido as ruínas de sua vida, lamentou-se a um amigo,

“‘Ó Cromwell, Cromwell!

“‘Tivesse eu servido meu Deus com metade do zelo

“‘Que ao meu rei dediquei, não estaria agora

“‘À mercê de meus inimigos’ (William Shakespeare, ‘Henrique VIII’, ato 3, cena 2).”

— O falecido Presidente Marion G. Romney, na época segundo conselheiro da Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 1981, “A perfeita lei de liberdadepolítico

“Cuidar do próximo, assim como a ‘virtude da misericórdia’, é ‘uma bênção dupla: abençoa quem dá e aquele que recebe’ (William Shakespeare, ‘O Mercador de Veneza’, ato 4, cena 1, linhas 184, 186-87). Dando, crescemos em paciência, humildade, fé — elementos daquele puro amor chamado caridade. Toda irmã, seja solteira ou casada, vivendo só ou com a família, precisa ter oportunidade de desenvolver esses atributos cristãos.”

— A falecida irmã Shirley W. Thomas, na época segunda conselheira na presidência geral da Sociedade de Socorro, conferência geral de abril de 1980, “Os princípios de bem-estar na Sociedade de Socorro

Robert Louis Stevenson

Esta foto sem data, mostrando uma pintura a óleo lançada pela coleção do Silverado Museum, mostra o romancista, poeta e ensaísta escocês Robert Louis Stevenson, pintado pelo artista francês Ernest Narjot. | Silverado Museum, Ernest Narjot, Associated Press

“Gostaria de falar sobre a batalha que cada um de nós tem que travar dentro de si mesmo. …

“Robert Louis Stevenson descreveu bem essa constante luta entre o bem e o mal no romance clássico sobre o doutor Jekyll e o senhor Hyde. No início da história, lemos que ‘o doutor Jekyll é um médico altamente conceituado em Londres, um homem bom e generoso que, apesar de, na juventude, ter apresentado inclinação para o mal, conseguiu suprimi-la. Interessado nas drogas, agora ele deparou-se com uma que lhe permite mudar sua aparência exterior e assumir a de um anão repulsivo, a própria personificação do mal, a quem ele chama de senhor Hyde. A mesma dose permite-lhe voltar à aparência e personalidade do benevolente médico. Com frequência, o doutor Jekyll torna-se o senhor Hyde, dando assim a esse lado de sua natureza cada vez mais poder. Jekyll acha cada vez mais difícil readquirir sua personalidade virtuosa e também se surpreende por vezes ao tornar-se Hyde sem usar a droga’ (Thesaurus of Book Digests, (1949), p. 206). Com a personalidade do senhor Hyde, ele comete um homicídio, e quando a droga não é capaz de restaurá-lo à aparência do bondoso doutor Jekyll, a verdade vem à tona e ele suicida-se. O uso inadequado de drogas destruiu sua vida. E pode ocorrer o mesmo na vida real.

“O segredo para nunca cairmos nas garras de um senhor Hyde mau e perverso é tomarmos a resolução de não cedermos às tentações destrutivas. Nunca, nunca experimentem nenhuma substância que vicie. Jamais usem fumo em qualquer forma nem ingiram nenhuma outra substância que os escravize. Mantenham distância das nocivas bebidas alcoólicas. Os vícios trazem consequências trágicas e difíceis de serem contornadas. Recebemos bênçãos ao permanecermos fiéis a nossos princípios.”

— O falecido Presidente James E. Faust, na época segundo conselheiro na Primeira Presidência, conferência geral de outubro de 2000, “O inimigo interior

J.R.R. Tolkien

Martin Freeman estrela como Bilbo Baggins em "The Hobbit: An Unexpected Journey" [O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez]. | James Fisher, James Fisher

“Uma ficção amada pelas crianças e que foi escrita há muitos anos começa com a frase ‘Numa toca no chão, vivia um hobbit’ (J.R.R. Tolkien, ‘O Hobbit: Lá e de Volta Outra Vez’).

“A história de Bilbo Bolseiro trata de um hobbit totalmente comum e normal a quem é dada uma oportunidade excepcional: uma maravilhosa aventura e a promessa de uma enorme recompensa. …

“Talvez uma das razões pelas quais essa história atraia tantas pessoas é que ela é nossa história também. Muito, muito tempo atrás, antes de nascermos, numa era obscurecida pelo tempo e apagada de nossa memória, também fomos convidados a embarcar em uma aventura. Ela foi proposta por Deus, nosso Pai Celestial. Aceitar essa aventura significaria deixar o conforto e a segurança da presença imediata Dele. Significaria vir à Terra em uma jornada cheia de perigos e dificuldades desconhecidos.

“Sabíamos que não seria fácil. Mas sabíamos também que receberíamos tesouros preciosos, incluindo um corpo físico e a capacidade de vivenciarmos as alegrias e tristezas intensas da mortalidade. …

“E, assim, confiando nas promessas e no poder de Deus e de Seu Amado Filho, aceitamos o desafio. Eu aceitei. E vocês também. Concordamos em deixar a segurança de nosso primeiro estado e embarcar em nossa própria aventura ‘lá e de volta outra vez.’”

— Presidente Dieter F. Uchtdorf, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 2019, “Sua grande aventura

“Talvez não sejamos capazes de consertar o mundo, mas podemos esforçar-nos para consertar o que estiver errado em nossa própria família. Tolkien nos relembra: ‘Não é nossa incumbência dominar todas as marés do mundo, mas, sim, fazer o que estiver a nosso alcance para socorrer as pessoas durante o tempo em que estivermos aqui, arrancando o mal dos campos em que vivemos, de modo que os que vierem depois de nós encontrem solo limpo para lavrar. Não temos como controlar as condições de vida que eles terão de enfrentar’ (J.R.R. Tolkien, ‘O Retorno do Rei’)”.

“Portanto, irmãos e irmãs, em nossos próprios pequenos terrenos familiares, podemos legar às gerações futuras ‘terra limpa para cultivar’. Assim, não só a caridade começa em casa, mas também a esperança.”

— O falecido Élder Neal A. Maxwell, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos, conferência geral de outubro de 1998, “Esperança por intermédio da Expiação de Jesus Cristo

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