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‘Reverência pelo divino’: Como os santos dos últimos dias navajos encontram força no evangelho

Enquanto os membros da Igreja na região de Four Corners se preparam para o 2.º templo do Novo México, aqui está como a admiração pelo sagrado é profunda na herança indígena dos navajos

Disponível em:Inglês

Bordados ao redor da bandeira da Nação Navajo, que está localizada no sudoeste dos Estados Unidos, estão o que os nativos reconhecem como as Quatro Montanhas Sagradas dos Navajo.

“Essas Quatro Montanhas Sagradas são a nossa bússola”, disse Junior Pinto, um santo dos últimos dias navajo em Belen, Novo México. Pico Blanca a leste; Monte Taylor ao sul; os Picos de San Francisco a oeste; Pico Hesperus ao norte.

Durante gerações, estas montanhas ao redor têm representado a essência da vida e servido como âncoras para o bem-estar físico e espiritual.

E agora, os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias veem um núcleo espiritual nesta tradicional bússola: o Templo de Farmington Novo México [em inglês], que em breve será dedicado. Situada perto do centro das Quatro Montanhas Sagradas, esta casa do Senhor é um novo guia que aponta os santos em direção ao seu lar celestial.

“Isto se assemelha diretamente aos ensinamentos dos nossos Navajos e à sua razão de existir”, disse Pinto. “É uma profecia que estava em nossas crenças tradicionais para ser cumprida, e está sendo cumprida. Esta é a nossa bússola.”

O templo de Farmington será dedicado no domingo, 17 de agosto, por Élder Neil L. Andersen, do Quórum dos Doze Apóstolos. Este templo servirá aos santos dos últimos dias na região dos Four Corners, no sudoeste dos Estados Unidos.

Veja o que este novo templo e o evangelho de Jesus Cristo significam para os membros da comunidade navajo, ou Diné, na região dos Four Corners.

Presidente da Nação Navajo durante a casa aberta

Em 14 de julho, o primeiro convidado especial a visitar o templo de Farmington foi o presidente Buu Nygren, presidente da Nação Navajo, a maior comunidade tribal dos Estados Unidos. O presidente Nygren já havia se encontrado com a Primeira Presidência em fevereiro de 2024.

“Este templo representa mais do que um local de adoração; ele reflete os valores da fé, da família e da comunidade”, disse o presidente Nygren em uma publicação no Facebook em 14 de julho [em inglês]. “Como líderes, temos a responsabilidade de construir um elo de entendimento e demonstrar respeito por todas as crenças e culturas. É assim que desenvolvemos união.”

Segurando uma miniatura da estátua do Christus que recebeu durante sua visita na casa aberta, o presidente Nygren expressou sua gratidão pelo convite para entrar no templo e pela oportunidade de orar na sala celestial.

“Quero ter certeza de que meu apoio à Igreja estará sempre presente”, disse ele em um vídeo de 15 de julho [em inglês] no perfil ChurchofJesusChrist.Gallup [em inglês], no Instagram. “Porque sempre que promovemos Deus, Jesus e a capacidade do nosso povo de orar e encontrar um propósito, isso é muito bom para as nossas comunidades, porque é algo que pode durar a vida inteira se as pessoas continuarem centradas nesses princípios.”

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‘Onde a reverência pelo divino é profunda’

Élder Jose L. Alonso, Setenta Autoridade Geral e presidente da Área Estados Unidos Sudoeste da Igreja, disse que “a região dos Four Corners é uma terra única e abençoada, um lugar onde a reverência pelo divino é profunda.”

Ele acrescentou: “As pessoas aqui, muitas das quais são descendentes de pioneiros e comunidades nativas, carregam uma forte identidade espiritual e um profundo respeito pela família, pela herança e por Deus. É uma região onde a fé é vivida de forma silenciosa, mas profunda.”

Entre os “discípulos fiéis, devotados e alegres” no distrito do templo, ele disse: “Os santos [dos últimos dias] nativos americanos são um exemplo sagrado. Suas vidas não foram isentas de dificuldades, e é provável que futuras provações venham. Mas eles perseveram com uma força que transcende a mortalidade, uma força enraizada em Jesus Cristo e Sua infinita Expiação.”

O trabalho missionário entre os nativos americanos do Novo México começou já na década de 1860. Em 1876, mais de 100 pessoas da etnia Zuni, na região de Ramah, foram batizadas. A primeira estaca do estado, a Estaca Young, foi estabelecida em maio de 1912.

Durante a Grande Depressão, na década de 1930, as comunidades de santos dos últimos dias em Farmington desenvolveram projetos para produzirem itens essenciais para pessoas necessitadas. Desde então, os santos locais têm trabalhado para servirem aos necessitados e aos que vivem na pobreza em suas comunidades.

Templo de Farmington Novo México na sexta-feira, 15 de agosto de 2025. | Scott G Winterton, Deseret News

‘Tudo está bem’

Caminhando pelo tour da casa aberta do templo de Farmington, Crystal Jimson apreciou as expressões puras de amor ao seu redor. Eram tão simples quanto alguém desconhecido a cumprimentando no corredor com “yáʼátʼééh”, um termo navajo que significa tanto “olá” quanto “está tudo bem.”

“Era simplesmente um amor transbordante. Todos sabiam, indígenas ou não, que estávamos em casa”, disse Jimson, de Gallup, Novo México.

Ela acrescentou: “Ver outro irmão ou irmã indígena foi muito emocionante, tão único, quase como uma sensação de ‘nós conseguimos’. Sentir que nos conhecemos há muito tempo e nos cumprimentarmos na nossa língua foi incrível.”

Depois de um dia particularmente tedioso de trabalho, Jimson dirigiu até o templo de Farmington para refletir. Quase que imediatamente, ela sentiu um consolo espiritual enquanto estava sentada em seu carro, sabendo que “deixaria o terreno neutro” assim que entrasse no prédio.

“É aqui que o Pai Celestial precisa que nós, como povo, de certa forma, ‘subamos de nível’, porque Sua ajuda está aqui, e Ele nos ajudará.”

Como presidente da Sociedade de Socorro de um ramo, Jimson busca ajudar as irmãs ao seu redor a trilharem o caminho do convênio. ‘Este templo me ajuda no meu chamado mais do que eu jamais conseguiria em uma década.”

Um vaso com desenhos nativos americanos do Templo de Farmington New Mexico.
Um vaso do Templo de Farmington Novo México. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Força espiritual de uma herança espiritual

Élder Larry Echo Hawk, Setenta Autoridade Geral emérito nascido em Wyoming, se lembra com carinho de Farmington, como o lugar onde cresceu e foi batizado aos 14 anos. Lá, ele também conheceu sua futura esposa, a irmã Teresa Echo Hawk, quando estavam na quarta série, a quem ele mais tarde batizaria quando ainda era um estudante universitário.

“Quando soubemos do anúncio de que haveria um templo em Farmington, nos regozijamos”, disse Élder Echo Hawk. “Minha esposa sempre diz que essas são as nossas Águas de Mórmon. Foi onde aprendemos sobre o evangelho.”

Um marco significativo no testemunho de Élder Echo Hawk foi ter recebido um testemunho da veracidade do Livro de Mórmon no ensino médio. “Isso realmente mudou minha vida e me colocou em um caminho que me trouxe muitas bênçãos.”

O que chamou sua atenção foi a introdução do livro, que afirma que os lamanitas estão entre os antepassados dos índios americanos. Concentrar-se em sua conexão com as pessoas no registro das escrituras o ajudou a internalizar os ensinamentos e a se apegar às bênçãos prometidas.

“Marco com uma cor especial todas as passagens do Livro de Mórmon que se relacionam especificamente ao povo lamanita, os descendentes do povo do Livro de Mórmon”, disse ele. “Isso me trouxe muitas promessas na vida.”

Em 2009, Élder Echo Hawk foi nomeado pelo presidente norte-americano Barack Obama, como secretário adjunto para Assuntos Indígenas no Departamento do Interior dos Estados Unidos. Até sua nomeação como autoridade geral, três anos depois, Élder Echo Hawk viajou para 47 estados do país para se reunir com povos indígenas.

“O que realmente me impressionou foi a espiritualidade dos povos indígenas em praticamente todos os lugares que visitei”, disse ele. “Eles não iniciam reuniões sem uma oração. E eu sempre soube que eles eram pessoas espirituais, mas realmente aprendi que isso é universal entre as tribos indígenas americanas.”

Assim, os membros nativos americanos da Igreja em Farmington “são profundamente espirituais em mais de uma maneira”, disse Élder Echo Hawk.

“É de sua cultura que eles têm esses valores espirituais. Mas quando se filiam à Igreja, eles têm um sentimento mais profundo sobre a importância do evangelho de Jesus Cristo, e isso lhes dá força espiritual.”

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Estátuas de bois debaixo da pia batismal do Templo de Farmington Novo México.
Estátuas de bois como suporte da pia batismal do Templo de Farmington Novo México. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

Reunindo a história oral, coligando Israel

A organização sem fins lucrativos Gathering of Tribes [Coligação das Tribos – em inglês] tem como objetivo “encorajar os indígenas santos dos últimos dias a nutrirem sua fé em Jesus Cristo, unirem famílias por meio do trabalho de templo e história da família, cuidarem dos necessitados e celebrarem sua identidade cultural em relação ao evangelho”, de acordo com seu site.

Há apenas dois meses, a organização iniciou um projeto para promover esta missão de união, por meio da história da família, conduzindo entrevistas de histórias orais [em inglês] com anciãos da comunidade na Nação Navajo.

Shane Manning, diretora de operações da Gathering of Tribes, é membro registrado da Nação Muscogee (Creek) e vive atualmente em Gilbert, Arizona. Ela afirmou que comunidades indígenas que transmitem informações verbalmente de geração em geração, podem ter poucos registros escritos ou registros incorretos.

“Então, estamos voltando à fonte e perguntando às pessoas que detêm esse conhecimento comunitário e familiar: ‘O que vocês sabem?’ E então, estamos colocando todas essas informações em um banco de dados para as gerações futuras”, disse Manning.

Embora os quase 10 especialistas em história oral comecem reunindo informações genealógicas básicas, “a entrevista não se limita a nomes, porque sempre há uma história”, acrescentou. “Esperamos que isso desperte o desejo de se aprender mais sobre os antepassados”, especialmente entre a nova geração.

Cindy Quinney, diretora executiva da Gathering of Tribes, é membro registrado da Nação Cree, de Onion Lake, e mora em Calgary, Alberta. Ela disse que descobrir a história da família “não só os fortalece individualmente, mas também fortalece a família e a comunidade. Portanto, há um panorama mais amplo do que apenas coletar nomes.”

Agora, com a construção de uma casa do Senhor em Farmington, este “panorama mais amplo” inclui a coligação de Israel em ambos os lados do véu. “O Pai Celestial tem um plano para que comecemos a nos coligar”, disse Quinney. “Conforme nos coligamos, começaremos a trabalhar juntos com todas as tribos. Veremos uns aos outros como um e amaremos uns aos outros como um. Seremos chamados de povo de Sião.”

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Templo de Farmington Novo México na sexta-feira, 15 de agosto de 2025. | Scott G Winterton, Deseret News

Um curandeiro e uma pena

Junior Pinto, do Ramo Álamo (Navajo), Estaca Los Lunas Novo México, se lembra com carinho da diligência de seu avô, um curandeiro Navajo.

Ele sempre me dizia: ‘No seu tempo, você terá o verdadeiro remédio e será o verdadeiro curandeiro’. E eu nunca entendi isso de verdade até que o Sacerdócio de Melquisedeque me foi concedido.

Após o nascimento, Pinto recebeu uma cerimônia com uma pena branca. Tradicionalmente, disse ele, os pais guardam a pena. Quando a criança atinge uma idade responsável, eles a entregam à criança, que então a coloca em um local sagrado para ela.

No entanto, a mãe de Pinto faleceu antes que ele pudesse receber a pena, que se perdeu entre seus pertences. “Eu ansiava pela minha pena, e sentia sua falta”, disse ele. É por isso que um elemento de design em particular ressoou em Pinto quando ele entrou no templo de Farmington.

“Há um lugar no templo com algumas penas brancas. E entrar onde essas penas estão é como se eu nunca a tivesse perdido”, disse ele. “De todos os lugares sagrados nesta Terra para tê-la, eu sei que é naquele edifício sagrado, na casa do Senhor. Então, estou em paz com isso.”

Pinto se refere ao templo de Farmington como “o templo Navajo”: quanto mais ele o visita, mais ele reconhece sua herança Navajo entrelaçada com seus desejos de viver o evangelho de Jesus Cristo.

Um lustre do Templo de Farmington Novo México.
Um lustre do Templo de Farmington Novo México. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

‘Esta é a igreja de todos’

“Lembro-me de que, quando criança, sempre me diziam que os navajos não tinham lugar [na Igreja]”, disse Tom Yellowman, um santo dos últimos dias navajo que cresceu em Flagstaff, Arizona. Ele só seria batizado anos depois de se casar no civil com Gina Yellowman.

Sua esposa, porém, cresceu na Igreja como membro navajo. “Foi difícil. Havia muitos comentários dos navajos dizendo que eu era ‘boa demais para eles’”, disse ela. “Mas meus pais eram ótimos exemplos, eram muito fiéis e sabiam o que queriam que seus filhos fossem no evangelho.”

Gina Yellowman frequentava a Igreja apenas com a filha, até que um dia o marido decidiu se juntar a elas. “Eles me acolheram e me nutriram”, disse ele sobre a ala. “Eu era bem-vindo. Eu era amado.”

Ele acabou sendo batizado, embora tenha levado 10 anos para obter o apoio de seu herói e “acheii”, seu avô, nessa decisão. A mudança veio depois que seu acheii ouviu seu neto, então com 8 anos, orar durante uma refeição.

Aquele momento de fervor religioso marcou seu acheii, e mais tarde ele disse a familiares navajos: “O que eles estão fazendo é realmente bom. Eles têm uma fé forte e pertencem a algo bom.”

O casal agora mora em Kirtland, Novo México. Com o tempo, disse Gina Yellowman, a hesitação dos navajos em relação à Igreja de Jesus Cristo mudou. “Há mais membros que são muito mais firmes no evangelho, e isso não é tão mal visto.”

Como segundo conselheiro na Missão Novo México Farmington, Tom Yellowman traduz para muitos missionários em toda a reserva, e tem observado um maior respeito pelas crenças da Igreja. “Sinto a mudança [ao reconhecer] que o evangelho não pertence apenas a um grupo; pertence a todos. E acho que eles estão começando a sentir que esta é a Igreja de todos.”

Visitas guiadas da casa aberta para os navajos

A conexão cultural com a casa do Senhor foi fortalecida pela presença de tradutores na casa aberta.

Antes do tour, os visitantes que falavam espanhol e navajo puderam assistir a um vídeo de introdução ao templo em seu próprio idioma, seguido de um tour e a oportunidade de fazer perguntas sobre o templo a um falante nativo.

Um desses tradutores foi Romero Brown, de St. Michaels, Arizona, que serviu como presidente da Estaca Chinle Arizona de 2011 a 2021.

“Explicar as coisas em navajo significa muito mais para o nosso povo”, disse ele sobre os visitantes. “Eles têm curiosidade de aprender. E essa foi uma boa oportunidade de realizarmos o trabalho missionário.”

Apesar de morar a duas horas de Farmington, Brown aceitou o chamado como selador na recém-dedicada casa do Senhor. Por isso, está treinando o filho para assumir os dois restaurantes da família e ter mais tempo para servir ao Senhor.

“A vinda do Senhor está próxima, e o desabrochar da rosa ainda está acontecendo.”

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O interior do Templo de Farmington Novo México, que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias convidou o público para visitar de 17 de julho a 2 de agosto de 2025, exibe motivos de design inspirados pela influência dos nativos americanos locais e flora nativa.
Obra de arte dentro do Templo de Farmington Novo México, com motivos de design inspirados pela influência dos nativos americanos locais. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

‘Um lugar especial em Seu coração’

Embora não seja um nativo americano, presidente Jason Frank, presidente do ramo, sente o amor de Deus pelos membros do Ramo Alamo (Navajo), Estaca Los Lunas Novo México.

“Muitas pessoas nos disseram, quando vêm nos visitar, que sentem o Espírito com mais facilidade lá no ramo, do que em suas alas”, disse ele. “E não sei bem por que, pois sei que o Senhor ama a todos. Mas deve haver um lugar especial em Seu coração para elas.”

Presidente Frank disse ter ficado impressionado com a forma como os temas nativos americanos se entrelaçam com a beleza do templo de Farmington. Ele também espera que os nativos americanos “sintam que este é o seu templo.”

Mencionando que muitos moradores de Farmington já servem no primeiro templo do Novo México, ele disse: “Eu sei que Albuquerque foi realmente abençoada pelas pessoas da área de Farmington.”

Antes de servirem missão, as três filhas do presidente Frank serviram como oficiantes no Templo de Albuquerque Novo México [em inglês]. “Isso fez a diferença, fazendo com que elas amassem ir ao templo.” O segundo templo do estado, então, “está fazendo com que a nova geração possa amar ainda mais o templo.”

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Um lustre pendurado na sala celestial do Templo de Farmington Novo México. | The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints
Templo de Farmington Novo México na sexta-feira, 15 de agosto de 2025. | Scott G Winterton, Deseret News
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